Lumbago
O termo lumbago designa o aparecimento de uma dor aguda na região lombar. Embora existam inúmeras e distintas causas que proporcionem o aparecimento de dor nesta zona, o problema costuma ser originado por uma alteração osteomuscular, ou seja, ao nível dos músculos e dos ossos.
O lumbago é, na maioria dos casos, provocado pela irritação ou compressão dos nervos sensitivos provenientes da medula espinal, que se estendem à coluna vertebral naquela zona, pois é a que suporta maiores pressões, sobretudo na posição erecta, e a que é submetida, com maior frequência, a esforços exagerados.
Qualquer alteração nas articulações intervertebrais ou nos ligamentos e músculos da região pode provocar crises agudas de dor lombar. Esta dor é, em muitos casos, desencadeada pela realização de um movimento brusco, por exemplo, quando o indivíduo se inclina para a frente sem dobrar os joelhos, pois favorece a protrusão dos discos intervertebrais entre as vértebras lombares e a sua herniação, uma causa muito frequente de lumbago. A artrose, alguns desvios da coluna vertebral e determinadas malformações congénitas da zona favorecem o desenvolvimento do problema. Para além disso, os traumatismos directos, as infecções e os tumores desenvolvidos na região lombar podem, como é óbvio, provocar uma dor aguda, embora sejam motivos menos frequentes.
Evolução. A dor costuma manifestar-se após a realização de um esforço ou movimento brusco do tronco como, por exemplo, ao levantar um peso sem flectir as pernas ou ao efectuar uma torção. Na maioria dos casos, a dor aparece de forma súbita, imediatamente após a realização de um esforço, mas também se pode manifestar apenas ao fim de algumas horas. É uma dor intensa situada na região lombar, que por vezes se alastra para as regiões glútea e pélvica ou até para um membro, em caso de ciática (ver figura). Devido à grande intensidade da dor, a pessoa afectada praticamente não consegue movimentar -se, já que qualquer gesto aumenta a intensidade da dor até limites insuportáveis. Para além disso, os músculos dessa zona sofrem uma contractura, como reacção de defesa, de modo a impossibilitar os movimentos que aumentem a dor, o que faz com que o paciente tenha tendência para adquirir uma postura atípica, devido às dores que o afligem, pois costuma ficar bloqueado, por exemplo, com o tronco inclinado para a frente ou para um dos lados. A dor apenas diminui de intensidade quando permanece nessa posição de forma espontânea, pois a irritação dos nervos sensitivos responsáveis pelo ataque é menor.
Lombalgia crónica
A lombalgia crónica designa as dores na região lombar, com uma duração superior a seis meses. Por vezes, a dor surge após uma crise típica de lumbago, mas noutros casos também pode aparecer sem este antecedente. De facto, as causas de lombalgia crónica são semelhantes às que proporcionam o desenvolvimento dos ataques agudos, sendo em muitos casos inespecíficas, ou seja, não é possível determinar os motivos responsáveis. De qualquer forma, existem vários factores que favorecem o desenvolvimento da dor: por exemplo, debilidade da musculatura da zona, obesidade, posturas incorrectas, actividades que provoquem lesões ou microtraumatismos na zona. Embora a dor se manifeste principalmente na região lombar, por vezes, pode alastrar para a região pélvica ou glútea. Apesar de não ser muito intensa habitualmente, a dor costuma ser contínua ou intermitente, diminuindo com o repouso e aumentando de intensidade com os movimentos e esforços da coluna.
É preciso referir que existem inúmeros casos em que os exames clínicos e as radiografias não conseguem identificar a natureza da dor, já que esta pode aparecer de maneira inconstante e com uma localização difusa ou variável. Nestes casos, pensa-se que a dor é provocada, sobretudo, por factores psicológicos, muitas vezes relacionados com questões profissionais ou com determinadas situações que provoquem algum stress.
Fonte: Medipedia
terça-feira, 29 de junho de 2010
Dor cervical
Causas
O aparecimento de dores no pescoço pode ser provocado por várias situações, já que qualquer alteração numa das inúmeras e distintas estruturas dessa zona pode provocar a manifestação de dores nessa região do corpo. De qualquer forma, não existem dúvidas de que a maioria destes problemas são de índole mecânica, sobretudo relacionados com problemas que afectam o primeiro sector da coluna vertebral. De facto, esta dor costuma ser provocada por uma irritação das terminações nervosas situadas nas articulações, nos ligamentos, nos ossos e nos músculos da coluna cervical.
Existem inúmeras alterações que podem provocar dor na região cervical: artroses, distensões, luxações ou fracturas vertebrais, espondilite anquilosante, processos infecciosos, tumores, etc. Para além disso, a dor também pode ser provocada por factores de índole psicológica, nomeadamente em situações de stress que provoquem a contracção dos músculos do pescoço.
Por vezes, consegue-se determinar com precisão o motivo do aparecimento da dor cervical; porém, na grande maioria dos casos, é muito difícil, ou até mesmo impossível, determinar a sua verdadeira origem, já que as lesões que provocam a dor são muito ligeiras e não costumam ser detectadas através dos exames habituais. Nestes casos, fala-se de dor cervical inespecífica.
Evolução
A dor cervical tanto pode ser aguda, de aparecimento súbito e de curta duração, como crónica e persistente.
A dor cervical aguda caracteriza-se pelo brusco surgimento de uma dor no pescoço que, por vezes, irradia para a nuca, para os ombros ou para a parte anterior do tórax. Embora a sua intensidade possa variar conforme o caso, geralmente, a dor é intensa e costuma aumentar de intensidade perante a realização de qualquer movimento, sendo acompanhada, regra geral, por uma contractura muscular que limita a movimentação do pescoço. Normalmente, a dor mantém-se durante alguns dias, no máximo algumas semanas, após as quais vai diminuindo de intensidade até desaparecer. Embora seja, por vezes, um episódio isolado, sem repetição, é bastante comum que, consoante a sua origem, possam surgir crises semelhantes noutras ocasiões.
Apesar de a dor cervical crónica também poder ter um início brusco, consequente de uma crise aguda que não cede, na grande maioria dos casos, vai-se evidenciando de forma progressiva. Costuma tratar-se de uma dor persistente, intermitente ou oscilante, que normalmente aumenta de intensidade com a realização de determinados movimentos ou com a adopção de certas posturas. Para além disso, pode haver episódios de agudização de uma dor crónica.
Tratamento
O tratamento de uma crise aguda de dor no pescoço passa pela administração de analgésicos e relaxantes musculares e pela aplicação de calor na zona. Para além disso, deve-se recorrer à utilização de um colar cervical, sobretudo para evitar movimentos bruscos que aumentem a dor e para proporcionar repouso à zona. De qualquer forma, a partir do momento em que a dor começa a diminuir de intensidade, devem ser efectuados vários exercícios, graduais e moderados, devidamente acompanhados por um fisioterapeuta. As massagens, a aplicação de ultra-sons, corrente eléctrica ou raios infravermelhos e outras medidas de fisioterapia costumam contribuir para uma diminuição da dor e para uma rápida cura da crise aguda. Para além disso, o médico também pode recomendar sessões de tracção cervical, com o objectivo de "descomprimir" as articulações. Neste caso, é conveniente que o paciente realize vários exercícios diferentes, de modo a equilibrar e fortalecer a musculatura do pescoço, sem esquecer, contudo, a possível participação de factores psicológicos na origem da dor.
Fonte: Medipedia
O aparecimento de dores no pescoço pode ser provocado por várias situações, já que qualquer alteração numa das inúmeras e distintas estruturas dessa zona pode provocar a manifestação de dores nessa região do corpo. De qualquer forma, não existem dúvidas de que a maioria destes problemas são de índole mecânica, sobretudo relacionados com problemas que afectam o primeiro sector da coluna vertebral. De facto, esta dor costuma ser provocada por uma irritação das terminações nervosas situadas nas articulações, nos ligamentos, nos ossos e nos músculos da coluna cervical.
Existem inúmeras alterações que podem provocar dor na região cervical: artroses, distensões, luxações ou fracturas vertebrais, espondilite anquilosante, processos infecciosos, tumores, etc. Para além disso, a dor também pode ser provocada por factores de índole psicológica, nomeadamente em situações de stress que provoquem a contracção dos músculos do pescoço.
Por vezes, consegue-se determinar com precisão o motivo do aparecimento da dor cervical; porém, na grande maioria dos casos, é muito difícil, ou até mesmo impossível, determinar a sua verdadeira origem, já que as lesões que provocam a dor são muito ligeiras e não costumam ser detectadas através dos exames habituais. Nestes casos, fala-se de dor cervical inespecífica.
Evolução
A dor cervical tanto pode ser aguda, de aparecimento súbito e de curta duração, como crónica e persistente.
A dor cervical aguda caracteriza-se pelo brusco surgimento de uma dor no pescoço que, por vezes, irradia para a nuca, para os ombros ou para a parte anterior do tórax. Embora a sua intensidade possa variar conforme o caso, geralmente, a dor é intensa e costuma aumentar de intensidade perante a realização de qualquer movimento, sendo acompanhada, regra geral, por uma contractura muscular que limita a movimentação do pescoço. Normalmente, a dor mantém-se durante alguns dias, no máximo algumas semanas, após as quais vai diminuindo de intensidade até desaparecer. Embora seja, por vezes, um episódio isolado, sem repetição, é bastante comum que, consoante a sua origem, possam surgir crises semelhantes noutras ocasiões.
Apesar de a dor cervical crónica também poder ter um início brusco, consequente de uma crise aguda que não cede, na grande maioria dos casos, vai-se evidenciando de forma progressiva. Costuma tratar-se de uma dor persistente, intermitente ou oscilante, que normalmente aumenta de intensidade com a realização de determinados movimentos ou com a adopção de certas posturas. Para além disso, pode haver episódios de agudização de uma dor crónica.
Tratamento
O tratamento de uma crise aguda de dor no pescoço passa pela administração de analgésicos e relaxantes musculares e pela aplicação de calor na zona. Para além disso, deve-se recorrer à utilização de um colar cervical, sobretudo para evitar movimentos bruscos que aumentem a dor e para proporcionar repouso à zona. De qualquer forma, a partir do momento em que a dor começa a diminuir de intensidade, devem ser efectuados vários exercícios, graduais e moderados, devidamente acompanhados por um fisioterapeuta. As massagens, a aplicação de ultra-sons, corrente eléctrica ou raios infravermelhos e outras medidas de fisioterapia costumam contribuir para uma diminuição da dor e para uma rápida cura da crise aguda. Para além disso, o médico também pode recomendar sessões de tracção cervical, com o objectivo de "descomprimir" as articulações. Neste caso, é conveniente que o paciente realize vários exercícios diferentes, de modo a equilibrar e fortalecer a musculatura do pescoço, sem esquecer, contudo, a possível participação de factores psicológicos na origem da dor.
Fonte: Medipedia
ALZHEIMER&MEMÓRIA
EXERCÍCIOS PARA MEMÓRIA EVITAM DOENÇA DE ALZHEIMER
Pesquisas revelam que mais de 1 milhão de brasileiros sofrem de Alzheimer, uma doença degenerativa que causa déficit de memória e é associada a outras deficiências na fala, pensamento e raciocínio. Como não se sabe o que causa a doença, não há prevenção e nem medicamentos que combatam o aparecimento do problema.
Contudo, especialistas da saúde recomendam manter uma vida saudável e ativa para que o cérebro continue em atividade permanente. O mais indicado é que pessoas com mais de 50 anos pratiquem esportes, leiam livros e assistam a filmes regularmente. Atividades sociais também devem fazer parte do cotidiano.
Exercitar a região do cérebro responsável pela memória é a melhor arma contra a doença de Alzheimer, e pode ser realizada através de atividades simples, como dançar e praticar exercícios que condicionem a pessoa a relembrar determinadas coisas ou situações. Os pesquisadores explicam que quando dançam, os idosos fazem um esforço maior para memorizar a sequência dos passos e mostram concentração acima do normal para não invadirem o espaço do parceiro. Além disso, se lembram de experiências e sensações vividas no passado quando a música os remete à juventude.
A Uati (Universidade Aberta da Terceira Idade) da Universidade Guarulhos (UnG), na Grande São Paulo, oferece diversas atividades com a finalidade de proporcionar uma vida mais saudável e equilibrada para o idoso. As aulas de dança e as oficinas da memória são dedicadas especialmente para quem deseja evitar a doença de Alzheimer, além das diversas disciplinas oferecidas, como gastronomia, informática, direito e massoterapia, entre outras.
A partir do dia 01 de junho, a Uati-UnG abre inscrições para cursos nas cidades de Guarulhos e Itaquaquecetuba, que serão ministrados no próximo semestre.
fonte http://www.snifdoctor.com.br/noticias.php?id=1552
Pesquisas revelam que mais de 1 milhão de brasileiros sofrem de Alzheimer, uma doença degenerativa que causa déficit de memória e é associada a outras deficiências na fala, pensamento e raciocínio. Como não se sabe o que causa a doença, não há prevenção e nem medicamentos que combatam o aparecimento do problema.
Contudo, especialistas da saúde recomendam manter uma vida saudável e ativa para que o cérebro continue em atividade permanente. O mais indicado é que pessoas com mais de 50 anos pratiquem esportes, leiam livros e assistam a filmes regularmente. Atividades sociais também devem fazer parte do cotidiano.
Exercitar a região do cérebro responsável pela memória é a melhor arma contra a doença de Alzheimer, e pode ser realizada através de atividades simples, como dançar e praticar exercícios que condicionem a pessoa a relembrar determinadas coisas ou situações. Os pesquisadores explicam que quando dançam, os idosos fazem um esforço maior para memorizar a sequência dos passos e mostram concentração acima do normal para não invadirem o espaço do parceiro. Além disso, se lembram de experiências e sensações vividas no passado quando a música os remete à juventude.
A Uati (Universidade Aberta da Terceira Idade) da Universidade Guarulhos (UnG), na Grande São Paulo, oferece diversas atividades com a finalidade de proporcionar uma vida mais saudável e equilibrada para o idoso. As aulas de dança e as oficinas da memória são dedicadas especialmente para quem deseja evitar a doença de Alzheimer, além das diversas disciplinas oferecidas, como gastronomia, informática, direito e massoterapia, entre outras.
A partir do dia 01 de junho, a Uati-UnG abre inscrições para cursos nas cidades de Guarulhos e Itaquaquecetuba, que serão ministrados no próximo semestre.
fonte http://www.snifdoctor.com.br/noticias.php?id=1552
Dia Nacional do Sistema Braille LEI Nº 12.266, DE 21 DE JUNHO DE 2010
Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
LEI Nº 12.266, DE 21 DE JUNHO DE 2010.
Institui o Dia Nacional do Sistema Braille.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o É instituído o Dia Nacional do Sistema Braille, a ser celebrado, anualmente, em 8 de abril.
Art. 2o No Dia Nacional do Sistema Braille, as entidades públicas e privadas realizarão eventos destinados a reverenciar a memória de Louis Braille, divulgando e destacando a importância do seu sistema na educação, habilitação, reabilitação e profissionalização da pessoa cega, por meio de ações que:
I – fortaleçam o debate social acerca dos direitos da pessoa cega e a sua plena integração na sociedade;
II – promovam a inserção da pessoa cega no mercado de trabalho;
III – difundam orientações sobre a prevenção da cegueira;
IV – difundam informações sobre a acessibilidade material, à informação e à comunicação, pela aplicação de novas tecnologias;
V – incentivem a produção de textos em Braille;
VI – promovam a capacitação de profissionais para atuarem na educação, habilitação e reabilitação da pessoa cega, bem como na editoração de textos em Braille.
Art. 3o Esta Lei entra em vigor na data da sua publicação.
Brasília, 21 de junho de 2010; 189o da Independência e 122o da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Fernando Haddad
José Gomes Temporão
Paulo de Tarso Vannuchi
Este texto não substitui o publicado no DOU de 22.6.2010
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
LEI Nº 12.266, DE 21 DE JUNHO DE 2010.
Institui o Dia Nacional do Sistema Braille.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o É instituído o Dia Nacional do Sistema Braille, a ser celebrado, anualmente, em 8 de abril.
Art. 2o No Dia Nacional do Sistema Braille, as entidades públicas e privadas realizarão eventos destinados a reverenciar a memória de Louis Braille, divulgando e destacando a importância do seu sistema na educação, habilitação, reabilitação e profissionalização da pessoa cega, por meio de ações que:
I – fortaleçam o debate social acerca dos direitos da pessoa cega e a sua plena integração na sociedade;
II – promovam a inserção da pessoa cega no mercado de trabalho;
III – difundam orientações sobre a prevenção da cegueira;
IV – difundam informações sobre a acessibilidade material, à informação e à comunicação, pela aplicação de novas tecnologias;
V – incentivem a produção de textos em Braille;
VI – promovam a capacitação de profissionais para atuarem na educação, habilitação e reabilitação da pessoa cega, bem como na editoração de textos em Braille.
Art. 3o Esta Lei entra em vigor na data da sua publicação.
Brasília, 21 de junho de 2010; 189o da Independência e 122o da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Fernando Haddad
José Gomes Temporão
Paulo de Tarso Vannuchi
Este texto não substitui o publicado no DOU de 22.6.2010
Fisioterapia respiratória
Exercícios respiratórios
São exercícios específicos utilizados para melhorar a capacidade pulmonar e a função respiratória. Trata-se de exercícios simples que o paciente aprende a efectuar por si mesmo com a ajuda e supervisão do fisioterapeuta. Recomenda-se a prática destes exercícios várias vezes por dia, durante um período de tempo pré-estabelecido e num ambiente tranquilo, onde o paciente se possa sentir cómodo e relaxado. Normalmente, cada exercício deve ser repetido entre cinco a dez vezes.
Exercícios intercostais. São indicados para aprender a controlar e fortalecer a expansão do tórax. 0 paciente pode permanecer de pé ou sentado, apoiando as palmas das mãos sobre o tórax: durante a inspiração, deve efectuar uma ligeira pressão nas costelas, de modo a forçar e treinar os músculos inspiratórios; durante a expiração, as mãos devem acompanhar o movimento de retracção da cavidade torácica e, no final, comprimi-la moderadamente para expulsar o máximo de ar possível.
Respiração diafragmática. É recomendada para fortalecer a expansão da base dos pulmões, o sector que normalmente tem uma maior capacidade. O paciente deve permanecer sentado, com o tronco inclinado cerca de 45º para trás, com as costas e a cabeça bem apoiadas, os joelhos dobrados e o abdómen relaxado, apoiando uma mão sobre este para perceber os movimentos respiratórios e controlar o exercício. Então, deve inspirar lenta e profundamente, verificando a expansão da parede abdominal e a descida do diafragma. Em seguida, deve expirar o ar lentamente para que seja perceptível a contracção da musculatura abdominal e a subida do diafragma.
Espirometria de estímulo. Esta técnica, indicada para fortalecer a capacidade inspiratória, é realizada com a ajuda de um espirómetro, um aparelho simples que avalia o volume de ar aspirado. Para o efectuar, o paciente deve colocar os seus lábios na abertura do espirómetro e inspirar o mais profundamente possível. A abertura está ligada a um tubo que desagua numa divisão de três compartimentos, com uma bola de plástico no interior de cada um deles; quanto maior for o volume de ar inspirado, mais bolas sobem no interior do compartimento, ou seja, deve-se tentar fazer subir o maior número de bolas e mantê-las elevadas o máximo de tempo possível. Ao expirar, o paciente retira os seus lábios da abertura e as bolas descem.
Sopros. Entre os exercícios úteis para fortalecer a expiração, o mais simples consiste na realização de inspirações profundas seguidas de expirações pela boca efectuadas com os lábios entreabertos, de modo a obstruir a saída do ar. Este exercício não deve ser efectuado muitas vezes seguidas, pois o excesso de oxigenação pode provocar enjoos e sensação de formigueiro.
Expulsão de secreções
A acumulação de secreções nos brônquios provoca uma certa obstrução nestes canais, o que dificulta a respiração e favorece o aparecimento de processos infecciosos. Por isso, em muitos casos de doenças pulmonares crónicas (em particular, bronquite crónica, asma, bronquiectasias e enfisema) são indicados vários tipos de procedimentos simples que facilitam a expulsão das secreções brônquicas. À semelhança dos exercícios anteriormente mencionados, convém que o paciente realize estes procedimentos duas ou três vezes por dia, sob a indicação e supervisão do fisioterapeuta, num ambiente tranquilo e relaxado.
Drenagem postural. Este procedimento consiste em adoptar e manter posições corporais que favoreçam a drenagem das secreções graças a acção da gravidade. Na prática, pretende-se que a zona pulmonar a drenar fique acima dos brônquios principais - desta maneira, as secreções fluem passivamente até estes, sendo depois expulsas através da boca. Por exemplo, para facilitar a drenagem da zona superior dos pulmões, o paciente deve permanecer sentado; quando as secreções têm a tendência para se acumularem na parte inferior, necessário que o paciente se incline para que a cabeça fique num plano inferior ao resto do corpo.
Percussão. Este procedimento consiste na aplicação de uma série de ligeiros golpes sobre o peito e costas do paciente com o objectivo de favorecer a libertação das secreções brônquicas e a sua posterior expulsão para os brônquios principals. Esta prática ainda mais benéfica quando também é realizada uma drenagem postural - assim, as secreções libertas das distintas aéreas pulmonares circulam até aos brônquios principais, onde depois são expulsas até à cavidade bucal. Os golpes devem ser realizados com as mãos dobradas em forma de concha, da periferia para o centro, durante três ou quatro minutos em cada aérea pulmonar. De modo a evitar incómodos no paciente, deve-se evitar golpear a zona renal, pois é muito sensível, colocando-se uma toalha sobre o corpo para suavizar o impacto.
Fonte: Medipedia
São exercícios específicos utilizados para melhorar a capacidade pulmonar e a função respiratória. Trata-se de exercícios simples que o paciente aprende a efectuar por si mesmo com a ajuda e supervisão do fisioterapeuta. Recomenda-se a prática destes exercícios várias vezes por dia, durante um período de tempo pré-estabelecido e num ambiente tranquilo, onde o paciente se possa sentir cómodo e relaxado. Normalmente, cada exercício deve ser repetido entre cinco a dez vezes.
Exercícios intercostais. São indicados para aprender a controlar e fortalecer a expansão do tórax. 0 paciente pode permanecer de pé ou sentado, apoiando as palmas das mãos sobre o tórax: durante a inspiração, deve efectuar uma ligeira pressão nas costelas, de modo a forçar e treinar os músculos inspiratórios; durante a expiração, as mãos devem acompanhar o movimento de retracção da cavidade torácica e, no final, comprimi-la moderadamente para expulsar o máximo de ar possível.
Respiração diafragmática. É recomendada para fortalecer a expansão da base dos pulmões, o sector que normalmente tem uma maior capacidade. O paciente deve permanecer sentado, com o tronco inclinado cerca de 45º para trás, com as costas e a cabeça bem apoiadas, os joelhos dobrados e o abdómen relaxado, apoiando uma mão sobre este para perceber os movimentos respiratórios e controlar o exercício. Então, deve inspirar lenta e profundamente, verificando a expansão da parede abdominal e a descida do diafragma. Em seguida, deve expirar o ar lentamente para que seja perceptível a contracção da musculatura abdominal e a subida do diafragma.
Espirometria de estímulo. Esta técnica, indicada para fortalecer a capacidade inspiratória, é realizada com a ajuda de um espirómetro, um aparelho simples que avalia o volume de ar aspirado. Para o efectuar, o paciente deve colocar os seus lábios na abertura do espirómetro e inspirar o mais profundamente possível. A abertura está ligada a um tubo que desagua numa divisão de três compartimentos, com uma bola de plástico no interior de cada um deles; quanto maior for o volume de ar inspirado, mais bolas sobem no interior do compartimento, ou seja, deve-se tentar fazer subir o maior número de bolas e mantê-las elevadas o máximo de tempo possível. Ao expirar, o paciente retira os seus lábios da abertura e as bolas descem.
Sopros. Entre os exercícios úteis para fortalecer a expiração, o mais simples consiste na realização de inspirações profundas seguidas de expirações pela boca efectuadas com os lábios entreabertos, de modo a obstruir a saída do ar. Este exercício não deve ser efectuado muitas vezes seguidas, pois o excesso de oxigenação pode provocar enjoos e sensação de formigueiro.
Expulsão de secreções
A acumulação de secreções nos brônquios provoca uma certa obstrução nestes canais, o que dificulta a respiração e favorece o aparecimento de processos infecciosos. Por isso, em muitos casos de doenças pulmonares crónicas (em particular, bronquite crónica, asma, bronquiectasias e enfisema) são indicados vários tipos de procedimentos simples que facilitam a expulsão das secreções brônquicas. À semelhança dos exercícios anteriormente mencionados, convém que o paciente realize estes procedimentos duas ou três vezes por dia, sob a indicação e supervisão do fisioterapeuta, num ambiente tranquilo e relaxado.
Drenagem postural. Este procedimento consiste em adoptar e manter posições corporais que favoreçam a drenagem das secreções graças a acção da gravidade. Na prática, pretende-se que a zona pulmonar a drenar fique acima dos brônquios principais - desta maneira, as secreções fluem passivamente até estes, sendo depois expulsas através da boca. Por exemplo, para facilitar a drenagem da zona superior dos pulmões, o paciente deve permanecer sentado; quando as secreções têm a tendência para se acumularem na parte inferior, necessário que o paciente se incline para que a cabeça fique num plano inferior ao resto do corpo.
Percussão. Este procedimento consiste na aplicação de uma série de ligeiros golpes sobre o peito e costas do paciente com o objectivo de favorecer a libertação das secreções brônquicas e a sua posterior expulsão para os brônquios principals. Esta prática ainda mais benéfica quando também é realizada uma drenagem postural - assim, as secreções libertas das distintas aéreas pulmonares circulam até aos brônquios principais, onde depois são expulsas até à cavidade bucal. Os golpes devem ser realizados com as mãos dobradas em forma de concha, da periferia para o centro, durante três ou quatro minutos em cada aérea pulmonar. De modo a evitar incómodos no paciente, deve-se evitar golpear a zona renal, pois é muito sensível, colocando-se uma toalha sobre o corpo para suavizar o impacto.
Fonte: Medipedia
terça-feira, 4 de maio de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
DEFICIÊNCIA E HOMOSSEXUALIDADE

A reflexão que se impõe
Ser minoria dentro da própria minoria. Assim vivem milhares de pessoas no mundo e em Portugal. Eles são deficientes físicos que se sentem atraídos por pessoas do mesmo sexo.
Some o preconceito para com a homossexualidade ao preconceito para com o deficiente físico. Agora, multiplique pelo que ele sofre dentro da própria comunidade homossexual. Como suportar tanta hostilidade?
Com paciência e perseverança, dádivas que encontramos em abundância em quem tem necessidades especiais.
Já reparou que os bares e discotecas frequentados por homossexuais não tem estrutura para receber quem necessita, por exemplo, de cadeira de rodas?
Aliás, com sinceridade, até hoje você já tinha pensado que existem deficientes físicos homossexuais e que eles enfrentam todo o tipo de contratempos na ânsia de encontrarem o seu grande amor?
É pública e notória a tendência de alguns dos homossexuais, principalmente masculinos, em cultivarem o corpo perfeito (como se isso fosse o mais importante no ser humano!). Isso exclui à partida quem precisa, por exemplo, de cadeira de rodas para se locomover.
Vendo por este ângulo, quem é o verdadeiro deficiente? Os que vazios de conceitos cultivam arduamente o corpo, como se a «embalagem» é que realmente importasse, ou aqueles cuja beleza física fica pálida diante da luz que emana das suas almas cansadas de tanto sofrimento?
Não podemos também esquecer que «às pessoas portadoras de deficiências, assiste o direito, inerente a todo a qualquer ser humano, de ser respeitado, sejam quais forem os seus antecedentes, natureza e severidade da sua deficiência. Elas têm os mesmos direitos que os outros indivíduos da mesma idade, facto que implica desfrutar de vida decente, tão normal quanto possível».
O grau de dificuldade na conquista de um companheiro, depende muito de como a pessoa deficiente, encara a deficiência, se tem muitos preconceitos em relação a ela mesma, se se aceita, se gosta de si mesma. Outros pontos externos também valem muito: se estuda ou estudou, se trabalha, se consegue ganhar dinheiro, se pode comprar as coisas de que precisa, se consegue sustentar-se e satisfazer as suas necessidades diárias, sem muita dependência de outras pessoas. Tudo isto conduz a um maior bem-estar pessoal, a uma melhor posição perante a vida e a uma maior alegria de viver.
Curiosidade, repulsa, pena, atracção são coisas que têm muito impacto no primeiro momento, mas só conquistamos o outro com o tempo, convivendo. Existem pessoas que olham o deficiente e sempre terão dó; outras que sentem a maior atracção; outras ainda têm grande curiosidade, ou querem conhecer melhor, porque o acham bonito, brincalhão, interessante... e assim começa um relacionamento.
Quanto mais o deficiente homossexual se mostrar mais vai observando se tem chances ou não, e assim, as pessoas que os aceitam vão-se aproximando e as que não aceitam vão-se distanciando.
É claro que existe preconceito dentro e fora da comunidade homossexual. Na comunidade homossexual, em larga medida parece que nos preocupamos em viver para o momento, como se o amanhã não existisse; temos muita preocupação (ou talvez não!) pelos doentes com SIDA, mas esquecemo-nos dos homossexuais com deficiência. Muitos homossexuais passam pela vida de forma fútil valorando os corpos, as roupas, as relações fugazes. Mas quando se é um homossexual com alguma deficiência, já não se tem "aquele toque". Quantos homossexuais com deficiência se sentem como se não pertencessem ali?
E afinal que nos pedem os homossexuais com deficiência? Que procuram? O mesmo que nós todos: SEREM FELIZES E ACEITES POR AQUILO QUE SÃO E VALEM!
Fonte: http://aphm.no.sapo.pt/deficiencia/deficiencia.html
Phoenix:
Citar
Aos 19 anos tive uma lesão medular, como a maioria das pessoas que tem uma deficiência adquirida deste tipo. Passei com isso a me locomover usando cadeiras de rodas e a lidar com as conseqüências desse tipo de lesão (diminuição da sensibilidade e dos movimentos
voluntários, etc.).
Antes da deficiência já tinha me relacionado afetivamente e sexualmente com algumas pessoas, ou seja, já havia tido namorados.
Mas após esse acontecimento, muita coisa mudou em minha vida. Tornar-se deficiente é algo difícil, pois para mim foi um momento de reaprender tudo novamente, desde como me vestir, tomar banho sozinha, fazer xixi, cuidar de minha higiene pessoal, até dirigir um carro, como me relacionar com as pessoas, estudar, passear, arrumar um trabalho, estar no mundo novamente, conquistar as coisas que eu queria.
Conhecer a mim mesma, meu lado psicológico, como reajo às coisas, conhecer meu corpo, que aparentemente era novo, diferente, e passar a gostar de mim, de como eu faço as coisas, enfim, de tudo é algo que senti necessidade, vivenciei, descobri e até aprendi e aprendo todo dia, com o tempo, ou seja, vivendo, estando no mundo, fazendo coisas, convivendo e trocando experiências com quem passa ou já passou por isso.
É claro que tem dias que acordo, me olho no espelho, e falo pra mim mesma, como estou feia hoje, ou então, eu me odeio, queria ser diferente. Tenho
dias de tristezas e alegrias como todo mundo, isto não é pq eu tenho uma deficiência.
Já me relacionei com outras pessoas tb deficientes, eram rapazes, o que facilitava algumas coisas, como a aceitação da família.
Só me relacionei com mulheres depois dos 25 anos, não sei bem ao certo o porque, muito provavelmente pelo fato da sociedade ser preconceituosa com os homossexuais e bissexuais, o que faz com que a maioria das vezes ou nos escondamos, ou nos policiamos e nos proibimos, o que nos impede de viver algumas experiências, paixões, momentos de afetividade e carinho com algumas pessoas por quem nos envolvemos e que é do mesmo sexo.
Eu diria que para as pessoas portadoras de deficiência, e no meu caso, com dificuldade de locomoção é mais fácil arrumarmos namoradas(os) com pessoas mais próximas, onde estamos, e por isso, os nossos primeiros relacionamentos após a deficiência é sempre ou com a terapeuta ocupacional, ou com a fisioterapeuta, ou com a professora de educação física, que muitas vezes é homossexual tb.
Pois o que atrapalha muito o estar com as pessoas, passear, ir aos bares e boates qdo se quer, não é só o fato do deficiente ter vergonha de si (não conheço ninguém que tenha), ou o fato dele não estar pronto para a vida em público ou temer sair de casa, pois isto não existe, não é ele que não está pronto para o mundo, mas principalmente a sociedade que é repleta de barreiras arquitetônicas que atrapalham e dificultam chegarmos até os lugares e assim participarmos em iguais condições.
Essa é uma das grandes dificuldades que encontramos, quero ir a boate ou a um bar com minha namorada mas estes lugares tem escadas ou degraus que vão atrapalhar a minha passagem com a cadeira de rodas, terei que ser carregada para subir as escadas e minha namorada não consegue me carregar sozinha, quero viajar e o hotel não tem quartos adaptados, ou ao cinema, ao shopping.
Estes são alguma das coisas que atrapalham e tenho que sempre estar
observando para não me estressar, ou seja, lugares para eu sair que não tenha limitações ou impedimentos para a cadeira de rodas.
Voltando a questão se é difícil conquistar alguém sendo deficiente. Eu diria que depende muito de como a gente, deficiente, encara a deficiência, se tenho muitos preconceitos com relação a mim mesma, se
me aceito, se me gosto, e os outros pontos externos tb valem muito, se
estudo ou estudei, se trabalho, se consigo ganhar dinheiro, se posso
comprar as coisas de que preciso, se consigo me manter e satisfazer minhas necessidades diárias, sem muita dependência de outras pessoas.
Curiosidade, repulsa, pena, atração são coisas que tem muito impacto no primeiro momento, mas só conquistamos depois com o tempo, convivendo. Existem pessoas que te olham e sempre terão dó, outras
que sentem a maior atração, como é o caso dos devotees (pessoas que tem atração e gostam de transar com pessoas deficientes, eu não saberia dizer se a atração é pela deficiência ou pela pessoa com deficiência, talvez tenha dos dois tipos), outras ainda tem grande curiosidade, ou querem te conhecer, te achou bonita, legal, interessante, e assim começa o relacionamento.
Atualmente não estou namorando e até já levei uns dois foras este ano, seja pq não bateu, seja pq as pessoas tem muito medo de se envolver sendo o outro deficiente ou não, eu diria que é o medo do desconhecido,
qdo a pessoa está preparada para arriscar ela arrisca, qdo não está, se acovarda e parte pra outra.
Mas comecei a me relacionar com pessoas próximas tb, ou seja, no meu caso não foi diferente, aos 25 anos me apaixonei pela técnica de basquete sobre rodas masculino, nem meu time era, mas convivíamos
e nos encontrávamos regularmente, mas ficamos só no flerte e na paquera, pois ela havia se envolvido com outra pessoa que trabalhava
com ela. Após isto me apaixonei por outra, e ela por mim. Trocamos muitas coisas, mas tb terminou.
Já conheci pessoas pela Internet, pois gosto de computadores e grupos de trocas e discussão, chats, orkut. Já tive duas namoradas que conheci pela Internet.
Eu diria que nos lugares onde conseguimos chegar, onde conhecemos pessoas, trocamos afetos, idéias, particularidades, opiniões sobre
o mundo e intimidades, é onde fazemos nosso mundo e temos mais
chance de conhecer e de nos envolvermos com alguém, transar, namorar,
casar, essas coisas.
Quanto mais nos mostramos mais vamos observando se temos chances ou não, e assim, as pessoas que nos aceitam vão se aproximando, qdo damos chance, e as que não aceitam vão se distanciando.
Meu namoro mais longo durou dois anos e meio, nossas dificuldades eram a distância, pois não morávamos na mesma cidade, era tb de escolher lugares sem barreiras arquitetônicas que dificultassem
nossos passeios, era de estar junto qdo quiséssemos, nem sempre
podíamos. Tive um amigo que era casado tb paraplégico que depois de um tempo a esposa dele começou a reclamar da posição dele, qdo eles transavam, pois ele ficava por baixo, o que facilitava pra ele a ereção, e ela queria que ele ficasse por cima. Essas coisas de posição na cama tem sempre que combinar e não ter medo de experimentar ou dar vexame de vez em quando.
Com relação ao preconceito... É claro que existe preconceito dentro e fora da comunidade homossexual.Tive uma namorada que me contou que as amigas dela qdo souberam do nosso namoro a encheu de perguntas do tipo: O que vc vai fazer com uma pessoa dessas?
Como vc vai fazer qdo vc quiser andar de bicicleta e ela não pode?
O que vc quer pra sua vida? Já pensou em seu futuro?
Sempre achei estranha essas perguntas. São perguntas que as pessoas
nunca tiveram coragem de fazer pra mim. O preconceito geralmente hoje
em dia não é direto, é mais dissimulado. Embora com "deficientes" com
personalidades mais fortes e mais seguras de si as pessoas não
chegam e falam qualquer coisa, o que quiserem, o respeito é maior.
Embora a pergunta mais comum, o que acho ótimo, e talvez a que eu aceite mais, pois não a vejo como preconceituosa é: Como vcs transam?
Esse tipo de curiosidade eu vejo como mais normal, comum, e todos temos curiosidades para conhecer novas formas de dar e receber prazer.
Malu tem 35 anos, é sociólogo e sofre de paraplegia (lesão medular C7)
fonte: http://www.sobreelas.com.br/parla.asp?dismode=article&artid=344
Assinar:
Postagens (Atom)
ADEF UBERLÂNDIA
ELEIÇÃO DIA 13 DE NOVEMBRO DE 2021 DAS 13 ÁS 15.30 HORAS ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO NA ADEF UBERLÂNDIA FAÇA NOS UM...
-
Definição adotada pela Associação Americana de Deficiência Mental e informações gerais sobre as causas desse tipo de comprometimento Segundo...
-
A Síndrome de Prader-Willi é um defeito que pode afetar as crianças independentemente do sexo, raça ou condição social, de natureza genética...
-
ELEIÇÃO DIA 13 DE NOVEMBRO DE 2021 DAS 13 ÁS 15.30 HORAS ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO NA ADEF UBERLÂNDIA FAÇA NOS UM...