sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Jornal Adefolha Janeiro 2008 - 10




EDITORIAL
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Estamos Iniciando o ano de 2008 com a satisfação de podermos continuar contando com vocês: Associados, Parceiros, Voluntários e amigos da Adef, para continuarmos este trabalho tão significativo dentro do seguimento! Obrigada aos que contribuíram direto ou indiretamente para este sucesso.
O trabalho criado e desenvolvido em bases sólidas é capaz de transpor barreiras e realizar sonhos...
Márcia Tânia Silveira.

Oferecemos gratuitamente aos portadores de deficiência, os seguintes encaminhamentos e atendimentos:

• Avaliação e Cadastro.
• Transporte coletivo para o associado e acompanhante se necessário.
• Transporte Interestadual para pessoa que
• Oftalmologia / Fisiatria / Ortopedia / Traumatologia / Fisioterapia / Psicologia.
• Atividade física / Cursos variados.
• Consulta Jurídica / Biblioteca Comunitária.
• Palestras e Entretenimento.
• Doação: Kit básico de alimento, Roupa Calçado (usados). Obedecendo a critério de demanda e avaliação.
• Capacitação e Inserção ao mercado de Trabalho.
• Encaminhamento para outras Instituições.

Dúvida, reclamação, sugestão ou elogio:
DE SEGUNDA À SEXTA DAS 13:00 AS 16:00. H
Rua: João Pereira da Silva 617 (antiga 9) Bairro: Santa Mônica - Fone: (34) 3210-0354 - nos dias e horários de atendimento.
E-mail: adefuberlandia@yahoo.com.br
Blog: http://adefuberlandia.blogspot.com



Mais uma Conquista em seu benefício:
Você pediu e a Adef atendeu!
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De acordo com a reforma do Estatuto Social e Regimento Interno aprovado em Assembléia Geral, estamos admitindo como pessoa apta a associar-se a Adef, todo e qualquer indivíduo que seja portador de deficiência: Física, Auditiva e Visual, que se enquadra nos critérios do “Decreto de número: 3.298 de 20 de Dezembro de 1.999. Art. 4º, incisos l, l l e l l l.” Segue abaixo as categorias correspondentes:
É considerada pessoa portadora de deficiência a que se enquadra nas seguintes categorias:

I - deficiência física – alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções.

II - deficiência auditiva – perda parcial ou total das possibilidades auditivas sonoras, variando de graus e níveis na forma seguinte:
a) de 25 a 40 decibéis (db) – surdez leve;
b) de 41 a 55 db – surdez moderada;
c) de 56 a 70 db – surdez acentuada;
d) de 71 a 90 db – surdez severa;
e) acima de 91 db – surdez profunda; e
f) anacusia.

III - deficiência visual – acuidade visual igual ou menor que 20/200 no melhor olho, após a melhor correção, ou campo visual inferior a 20º (tabela de Snellen), ou ocorrência simultânea de ambas as situações.

CANTINHO DO LEITOR
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ENVIE-NOS SEU POEMA, MATÉRIA, TEXTO OU SUGESTÃO PARA O CANTINHO DO LEITOR.

A vida é como jogar uma bola na parede:
Se for jogada uma bola azul, ela voltará azul;
Se for jogada uma bola verde, ela voltará verde;
Se a bola for jogada fraca, ela voltará fraca;
Se a bola for jogada com força, ela voltará com força.
Por isso, nunca "jogue uma bola na vida" de forma
que você não esteja pronto a recebê-la.
A vida não dá nem empresta;
não se comove nem se apieda.
Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir aquilo que nós lhe oferecemos.
Einstein
Um convite para jantar
Texto inspirado por uma metáfora de Jo McGowan Chopra
Fábio Adiron
Volte um pouco no tempo, uns vinte anos, por exemplo. Se você fosse receber amigos para jantar e eles lhe dissessem que eram vegetarianos você ia ficar sem saber o que fazer para eles comerem. Se você fosse o vegetariano, provavelmente seria considerado um chato e acabaria recebendo poucos convites para jantar. Num país de cultura carnívora como o nosso você estaria excluído.
O que isso tem a ver com as pessoas com deficiência ? Quando falamos que a inclusão de pessoas com deficiência representa um progresso para todos, que é uma prova de desenvolvimento assim como ter água potável nas casa ou um bom sistema de saúde, mudamos as referências para esse debate.
Apelar para o senso de ética ou de bondade é um erro. Seria ótimo se isso levasse as crianças para dentro da escola, ou os adultos para trabalhos decentes. Seria bom se os prédios, livros e sites fossem acessíveis, porque isso é a coisa certa a se fazer, mas não está acontecendo. Então o negócio é apelar para os próprios interesses das pessoas sem deficiência
Nos últimos anos entramos em contato com as mais variadas culinárias, mesmo em cidades menores encontramos restaurantes japoneses, chineses, vegetarianos. E não é porque ganhamos imigrantes desses países ou porque eles têm direito a sua própria dieta, mas porque as outras pessoas descobriram que a comida é saborosa e vale a pena comprar.
Nós também precisamos promover a inclusão dessa forma : de uma maneira que as pessoas a queiram. Por que aquele executivo malhado vai se preocupar com rampas ou elevadores? Ele ama escadas, adora fazer um "step", o que ele ganha com rampas e elevadores ? Mas um dia ele chega cheio de pastas, carregando o notebook, cópias de uma apresentação... E eis o elevador. De noite se quiser passear no shopping com o filho pequeno, usa o carrinho e sobe a rampa. Ah, e ele tem pais, avós idosos e um dia será um deles.
Por que pais com filhos ditos "normais" vão se preocupar se a escola aceita ou não crianças com deficiência ? Bem, pelo menos pelo fato de que os seus próprios filhos terão uma educação melhor. Um professor que é capaz de ensinar uma pessoa com algum tipo de dificuldade certamente é um professor mais criativo e melhor qualificado em estratégias pedagógicas.
Por que um cidadão saudável, produtivo e com um bom emprego vai se preocupar com a contratação de pessoas com deficiência? Pessoas desempregadas, com ou sem deficiência, são um dreno na economia do país, as pessoas que têm emprego acabam pagando mais impostos para sustentar uma gama de benefícios para os que não têm emprego. Dinheiro que poderia ser investido em benefício de
todos e não só de alguns.
Isso assusta os empregadores? Não deveria se fala tanto em congressos de recursos humanos que horários flexíveis e trabalho em casa geram mais satisfação e consequentemente aumentam a produtividade...
A inclusão faz sentido em vários aspectos. Precisamos parar de apelar para a caridade das pessoas. Vamos reforçar e apelar para o egoísmo delas, e que elas possam aproveitar com gosto esses novos sabores. Rede Saci.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007


Á Todos os parceiros, colaboradores e amigos da ADEF.

A ADEf deseseja que possamos continuar juntos, fazendo a diferença no ano de 2008!!!

QUATRO VELAS E UMA CRIANÇA

Quatro velas estavam queimando ruidosamente, calmamente.
O ambiente estava tão silencioso que podia-se
ouvir o diálogo que travavam:

A primeira vela disse:
- Eu sou a Paz! Apesar de minha luz as pessoas não
conseguem manter-me, acho que vou apagar.
E diminuindo devagarzinho, apagou totalmente.

A segunda vela disse:

- Eu me chamo Fé! Infelizmente sou muito supérflua.
As pessoas não querem saber de mim.
Não faz sentido continuar queimando.

Ao terminar sua fala, um vento levemente bateu
sobre ela, e esta se apagou.

Baixinho e triste a terceira vela se manifestou:
- Eu sou o Amor! Não tenho mais forças para queimar.
As pessoas me deixam de lado, só conseguem se enxergar,
esquecem-se até daqueles à sua volta que lhes amam.
E sem esperar apagou-se.

De repente... entrou uma criança e viu as três velas apagadas.
- Que é isto? Vocês deviam queimar e ficar acesas até o fim. Dizendo
isso começou a chorar.

Então a quarta vela falou:

- Não tenha medo criança. Enquanto eu queimar, podemos
acender as outras velas. Eu sou a Esperança.

A criança com os olhos brilhantes, pegou a vela que restava e acendeu
todas as outras...

"Que a vela da Esperança nunca se apague dentro de nós!!!"

Feliz Natal e um Ano Novo cheio de Paz, Luz e Muito Amor!!!

A Direção!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Decreto que dispõe sobre deficiência. Citaremos aqui as deficiências: Física, Auditiva e Visual

Decreto de número: 3.298 de 20 de Dezembro de 1.999. Art. 4º, incisos l, l l e l l l. Assim disposto:
É considerada pessoa portadora de deficiência a que se enquadra nas seguintes categorias:

I - deficiência física – alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções.

II - deficiência auditiva – perda parcial ou total das possibilidades auditivas sonoras, variando de graus e níveis na forma seguinte:
a) de 25 a 40 decibéis (db) – surdez leve;
b) de 41 a 55 db – surdez moderada;
c) de 56 a 70 db – surdez acentuada;
d) de 71 a 90 db – surdez severa;
e) acima de 91 db – surdez profunda; e
f) anacusia.

III - deficiência visual – acuidade visual igual ou menor que 20/200 no melhor olho, após a melhor correção, ou campo visual inferior a 20º (tabela de Snellen), ou ocorrência simultânea de ambas as situações.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

ADEFOLHA NUMERO 09 DEZEMBRO 2007

Projeto - Origame




EDITORIAL
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Estamos encerrando o ano de 2007 com 3.600 atendimentos realizados... Parabéns a direção e a equipe de voluntários da Adef!
Desejamos a todos que contribuíram direto ou indiretamente para o sucesso da ADEF no ano de 2007 Boas Festas e um 2008 cheio de realizações.

O trabalho criado e desenvolvido em bases sólidas é capaz de transpor barreiras e realizar sonhos...
Márcia Tânia Silveira.

Oferecemos gratuitamente aos portadores de deficiência, os seguintes encaminhamentos e atendimentos:

• Avaliação e Cadastro.
• Transporte coletivo para o associado e acompanhante se necessário.
• Transporte Interestadual para pessoa que
• Oftalmologia / Fisiatria / Ortopedia / Traumatologia / Fisioterapia / Psicologia.
• Atividade física / Cursos variados.
• Consulta Jurídica / Biblioteca Comunitária.
• Palestras e Entretenimento.
• Doação: Kit básico de alimento, Roupa Calçado (usados). Obedecendo a critério de demanda e avaliação.
• Capacitação e Inserção ao mercado de Trabalho.
• Encaminhamento para outras Instituições.

Dúvida, reclamação, sugestão ou elogio:
DE SEGUNDA À SEXTA DAS 13:00 AS 16:00. H
Rua: João Pereira da Silva 617 (antiga 9) Bairro: Santa Mônica - Fone: (34) 3210-0354 - nos dias e horários de atendimento.
E-mail: adefuberlandia@yahoo.com.br
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Fazendo a Diferença:
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Relata a Sra. Teresa, que no seu primeiro dia de aula parou em frente aos seus alunos da quinta série primária e, como todos os demais professores, lhes disse que gostava de todos por igual. No entanto, ela sabia que isto era quase impossível, já que na primeira fila estava sentado um pequeno garoto chamado Ricardo. A professora havia observado que ele não se dava bem com os colegas de classe e muitas vezes suas roupas estavam sujas e cheiravam mal. Houve até momentos em que ela sentia prazer em lhe dar notas vermelhas ao corrigir suas provas e trabalhos. Ao iniciar o ano letivo, era solicitado a cada professor que lesse com atenção a ficha escolar dos alunos, para tomar conhecimento das anotações feitas em cada ano. A Sra. Teresa deixou a ficha de Ricardo por último. Mas quando a leu foi grande a sua surpresa. A professora do primeiro ano escolar de Ricardo havia anotado o seguinte: Ricardo é um menino brilhante e simpático. Seus trabalhos sempre estão em ordem e muito nítidos. Tem bons modos e é muito agradável estar perto dele. A professora do segundo ano escreveu: Ricardo é um aluno excelente e muito querido por seus colegas, mas tem estado preocupado com sua mãe que está com uma doença grave e desenganada pelos médicos. A vida em seu lar deve estar sendo muito difícil. Da professora do terceiro ano constava à anotação seguinte: a morte de sua mãe foi um golpe muito duro para Ricardo. Ele procura fazer o melhor, mas seu pai não tem nenhum interesse e logo sua vida será prejudicada se ninguém tomar providências para ajudá-lo. A professora do quarto ano escreveu: Ricardo anda muito distraído e não mostra interesse algum pelos estudos. Tem poucos amigos e muitas vezes dorme na sala de aula. A Sra. Tereza se deu conta do problema e ficou terrivelmente envergonhada. Sentiu-se ainda pior quando lembrou dos presentes de Natal que os alunos lhe haviam dado, envoltos em papéis coloridos, exceto o de Ricardo, que, estava enrolado num papel marrom de supermercado. Lembra-se de que abriu o pacote com tristeza, enquanto os outros garotos riam ao ver uma pulseira faltando algumas pedras e um vidro de perfume pela metade. Apesar das piadas ela disse que o presente era precioso e pôs a pulseira no braço e um pouco de perfume sobre a mão. Naquela ocasião Ricardo ficou um pouco mais de tempo na escola do que o de costume. Lembrou-se ainda, que Ricardo lhe disse que ela estava cheirosa como sua mãe. Naquele dia, depois que todos se foram, a professora Tereza chorou por longo tempo...
Em seguida, decidiu-se a mudar sua maneira de ensinar e passou a dar mais atenção aos seus alunos, especialmente a Ricardo. Com o passar do tempo ela notou que o garoto só melhorava. E quanto mais ela lhe dava carinho e atenção, mais ele se animava. Ao finalizar o ano letivo, Ricardo saiu como o melhor da classe. Um ano mais tarde a Sra. Tereza recebeu uma notícia em que Ricardo lhe dizia que ela era a melhor professora que teve na vida.
Seis anos depois, recebeu outra carta de Ricardo contando que havia concluído o segundo grau e que ela continuava sendo a melhor professora que tivera. As notícias se repetiram até que um dia ela recebeu uma carta assinada pelo Dr. Ricardo Stoddard, seu antigo aluno, mais conhecido como Ricardo. Mas a história não terminou aqui. A Sra. Tereza recebeu outra carta, em que Ricardo a convidava para seu casamento e noticiava a morte de seu pai. Ela aceitou o convite e no dia do casamento estava usando a pulseira que ganhou de Ricardo anos antes, e também o perfume. Quando os dois se encontraram, abraçaram-se por longo tempo e Ricardo lhe disse ao ouvido: Obrigado por acreditar em mim e me fazer sentir importante, demonstrando-me que posso fazer a diferença. Mas ela, com os olhos banhados em pranto sussurrou baixinho: você está enganado! Foi você que me ensinou que eu podia fazer a diferença, afinal eu não sabia ensinar até que o conheci. Mais do que ensinar a ler e escrever, explicar matemática e outras matérias é preciso ouvir os apelos silenciosos que ecoam na alma do educando. Mais do que avaliar provas e dar notas, é importante ensinar com amor mostrando que sempre é possível fazer a diferença... Desejamos a todos que contribuíram direto ou indiretamente para o sucesso da ADEF no ano de 2007 Boas Festas e um 2008 cheio de realizações a todos

CANTINHO DO LEITOR
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ENVIE-NOS SEU POEMA, MATÉRIA, TEXTO OU SUGESTÃO PARA O CANTINHO DO LEITOR.

Vanessa Amaral

O Censo Demográfico do IGBE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) revelou em 2000 que a população brasileira é composta por 24,5 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência o que representa 14,5% população, os deficientes físicos representam cerca de 4,1%. Apesar desse número expressivo, as pessoas com deficiência ainda enfrentam inúmeras dificuldades desde a locomoção, educação e preconceito pela falta de informação. O preconceito infelizmente aparece em diferentes maneiras: em um olhar, uma palavra mal expressada, a falta de tolerância. As barreiras físicas também expressam preconceito no sentido de mostrar que as ruas, os transportes, as lojas em muitos casos não estão preparados para receber uma pessoa com deficiência. Isso pode resultar em uma certa segregação, afastando ainda mais a pessoa do convívio social. A sociedade geralmente esquece que as pessoas com deficiência são consumidoras também e que necessitam de adaptação para entrar nos estabelecimentos. A luta pelos direitos que deveriam ser cumpridos é contínua, sem fim, pois, acima de tudo, representa a luta de seres humanos. Cidadãos que devem ter seus direitos cumpridos e respeitados. Muito se fala sobre inclusão, mas na realidade pouco se vê o interesse em realizá-la por meio de políticas públicas que resultem em uma melhor infra-estrutura e qualidade de vida social, cultural do cidadão deficiente. As escolas tradicionais não possuem a estrutura necessária para atender as necessidades das pessoas com deficiência, porém algumas vêm adotando novas metodologias de ensino bem como a preocupação em adaptar o ambiente para receber essas pessoas e qualificar os professores para estarem aptos a lidarem com as diferenças, promovendo a socialização da pessoa com deficiência e bem como o aprendizado. Ainda são poucas as escolas que estão preparadas. Na maioria das vezes, tanto quem tem deficiência física ou mental, acaba recorrendo a instituições especializadas por estar apresentarem as qualificações necessárias para atendê-los. O caminho da vitória para uma vida digna continua já aconteceram diversas conquistas e muitas ainda estão por vir. Por isso, essa data dever se marcada pela luta dos direitos que por muitas vezes não são cumpridos e para não deixar que a sociedade em geral e os governantes esqueçam que por trás de uma pessoa com deficiência existe um ser humano, que merece respeito. Fonte Rede Saci

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

ADEFOLHA Número 08 Novembro 2007




EDITORIAL

Oferecemos gratuitamente aos portadores de deficiência, os seguintes encaminhamentos e atendimentos:
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• Atividade física / Cursos variados.
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• Palestras e Entretenimento.
• Doação: Kit básico de alimento, Roupa Calçado (usados). Obedecendo a critério de demanda e avaliação.
• Capacitação e Inserção ao mercado de Trabalho.
• Encaminhamento para outras Instituições.

Dúvida, reclamação, sugestão ou elogio:
DE SEGUNDA À SEXTA DAS 13:00 AS 16:00. H
Rua: João Pereira da Silva 617 (antiga 9) Bairro: Santa Mônica - Fone: (34) 3210-0354 - nos dias e horários de
mail: adefuberlandia@yahoo.com.br

Confira a PROGRAMAÇÃO ABAIXO:

DIA 02 de dezembro 2007
DAS: 9:00 AS 17:00 H
NA ADEF
EVENTOS DO DIA “ V ” 2007

• CORTE MASC & FEM
• TAPETE EM GRADE
• AFERIÇÃO DE PRESSÃO
• ORIENTAÇÃO SOBRE HANSENIASE
• TESTE DE DIABETES
• BRINQUEDOS EM PET
TODOS ESTÃO CONVIDADOS ! ! !

CANTINHO DO LEITOR

O trabalho criado e desenvolvido em bases sólidas é capaz de transpor barreiras e realizar sonhos...
Márcia Tânia Silveira.
ENVIE-NOS SEU POEMA, MATÉRIA, TEXTO OU SUGESTÃO PARA O CANTINHO DO LEITOR.

Quando você encontrar um Paralisado Cerebral
O paralisado cerebral tem necessidades específicas, por causa de suas diferenças individuais. Para lidar com este grupo de pessoas, temos as seguintes sugestões:
1 - é muito importante respeitar o ritmo do PC, geralmente ele é mais vagaroso naquilo que faz, como andar, falar, pegar as coisas, etc.
2 - tenha paciência ao ouvi-lo, pois a grande maioria tem dificuldade na fala. Há pessoas que confundem esta dificuldade e seu ritmo lento com a deficiência mental.
3 - não trate o PC como uma criança ou incapaz.
4 - lembre-se que o PC não é um portador de uma doença grave contagiosa, porque a paralisia cerebral é fruto de uma lesão cerebral, ocasionada antes, durante ou após o nascimento, causando desordem sobre os controles dos músculos do corpo. Portanto, não é doença e nem muito menos transmissível. Como se portar frente a uma pessoa com deficiência mental: Em primeiro lugar, lembre-se: você está diante de uma pessoa que quer e pode ser feliz. Se for um bebê, brinque com ele, acaricie, como você faria com qualquer outro bebê. Não se revista nem de dó nem de culpa apenas aja naturalmente. Descubra nele os encantos que todos os bebês têm. Se for uma criança, brinque com ela, converse, dê atenção – sua atenção, suas brincadeiras poderão ser uma importante fonte de estimulação. Crianças com deficiência mental precisam (como qualquer outra criança) ser estimuladas a participar, a interagir. Permita que ela brinque com seus filhos e que seus filhos brinquem com ela – é o primeiro passo para a extinção do preconceito. Seja natural, diga palavras amistosas, evite a super-proteção. Se for um jovem, trate-o como jovem. Não use expressões infantilizadas nem se refira a ele como uma criança. Se estiver na escola, não o trate como um pequenino de pré-escola-ele (ou ela) é um jovem, adolescente, que precisa ser respeitado como tal e questionado quanto a seus sonhos, sentimentos e aspirações. Lembre-se: o respeito está em primeiro lugar e só existe quando há troca de idéias, informações e vontades. Por maior que seja a deficiência, lembre-se da eficiência da pessoa que ali está. Se for um adulto ou um idoso, permita que ele usufrua do bem estar e do respeito que são direcionados às pessoas dessa faixa etária. Permita que participe de reuniões alegres, converse, alivie a solidão que cresce para todos nessa faixa etária, especialmente para as pessoas com deficiência mental. E, principal: caso você tenha alguma dúvida ou mesmo não possua qualquer informação sobre deficiência mental, não se acanhe em perguntar, buscar esclarecimentos e informações. Mas, importante: busque essas informações junto a pessoas, associações ou entidades que realmente possam dar a você uma idéia exata, desprovida de preconceitos e pré-julgamentos. Faça isso e você verá o quanto é importante e enriquecedor aprendermos a conviver com a diversidade!
CONTO DA TARTARUGA
Uma família de tartarugas decidiu sair para um piquenique. As tartarugas, sendo naturalmente lentas, levaram sete anos preparando-se para o passeio. Passados Seis meses, após acharem o lugar ideal, ao desembalarem a cesta de piquenique descobriram que estavam sem sal. Então, designaram a tartaruga mais nova para voltar em casa e pegar o sal, por ser a mais rápida. A pequena tartaruga lamentou, chorou e esperneou. Concordou em ir, mas com uma condição: que ninguém comeria até que ela retornasse. Três anos se passaram... Seis anos... E a pequenina não tinha retornado. Ao sétimo ano de sua ausência, a tartaruga mais velha já não suportando mais a fome, decidiu desembalar um sanduíche. Nesta hora, a pequena tartaruga saiu de trás de uma árvore e gritou: "Viu! Eu sabia que vocês não iam me esperar. Agora que eu não vou mesmo buscar o sal." Na nossa vida as coisas acontecem mais ou menos da mesma forma. Desperdiçamos nosso tempo esperando que as pessoas vivam à altura de nossas expectativas. Ficamos tão preocupados com o que os outros estão fazendo que deixamos de escrever nossa própria história.

Como disse Mário Quintana:

“O pior dos problemas da gente é que ninguém tem nada com isso".

Viva sua vida e deixe de se preocupar com a opinião e o interesse dos outros por você.

"O sucesso parece estar ligado à ação. Pessoas bem-sucedidas mantêm-se
ativas. Elas cometem erros, mas não desistem".

Fonte: Revista Crescimento Pessoal e Motivação

SEJAM BEM VINDOS A NOSSA CASA!


FIQUE ATENTO

Ajude-nos a ajudar a ADEF
Fazendo uma doação:
Agencia 0161
Conta número 366–0
Operação 022

ADEFOLHA Número 07 Outubro 2007



EDITORIAL

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• Consulta Jurídica / Biblioteca Comunitária.
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• Capacitação e Inserção ao mercado de Trabalho.
• Encaminhamento para outras Instituições.

Dúvida, reclamação, sugestão ou elogio:
DE SEGUNDA À SEXTA DAS 13:00 AS 16:00. H
Rua: João Pereira da Silva 617 (antiga 9) Bairro: Santa Mônica - Fone: (34) 3210-0354 - nos dias e horários de
mail: adefuberlandia@yahoo.com.br

Confira a PROGRAMAÇÃO ABAIXO:
C U R S O S
• CABELEIREIRO - CORTE MASC & FEM-PRANCHA, ESCOVA, HIDRATAÇÃO.
• VIOLÃO - BÁSICO
• PINTURA EM TELA
• CROCHÊ-BÁSICO & APERFEIÇOAMENTO
• VAGONITE - BÁSICO
• TRICÔ - BÁSICO
• PONTO CRUZ
• BISCUIT
• BORDADO EM PEDRARIA
• TAPETE EM GRADE

PÚBLICO ALVO: Associado, Familiar e Comunidade. TOTALMENTE GRATUÍTO
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES DE SEGUNDA A SEXTA DAS 13:00 ÀS 16:00. LOCAL: ADEF.

CANTINHO DO LEITOR

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Quando você encontrar uma pessoa muda...
Algumas pessoas mudas preferem a comunicação escrita, algumas usam linguagem em código e outras preferem códigos próprios. Estes métodos podem ser lentos, requerem paciência e concentração. Talvez você tenha que se encarregar de grande parte da conversa. Tente lembrar que a comunicação é importante. Você pode ir tentando com perguntas cuja resposta seja sim/não. Se possível ajude a pessoa muda a encontrar a palavra certa, assim ela não precisará de tanto esforço para passar sua mensagem. Mas não fique ansioso pois isso pode atrapalhar sua conversa.

Pessoas com deficiência poderão recuperar benefício
Agência Brasil
28/09/2007
Programa lançado pelo governo destina R$ 2.4 bilhões para melhoria dos problemas de inclusão e acessibilidade
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quarta-feira um decreto que altera as regras de recebimento do BPC (Benefício de Prestação Continuada), gerido pelo Ministério do Desenvolvimento Social. Hoje, a pessoa com deficiência que consegue um trabalho perde o benefício e não pode requerê-lo de volta caso saia do emprego. Agora, com a medida, o beneficiário que sai do mercado de trabalho poderá voltar a receber o BPC.
Outra alteração é que a partir de agora, além de um médico perito do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), um assistente social também irá participar da avaliação de quem solicita o Benefício de Prestação Continuada.
As medidas do Plano Social de Inclusão da Pessoa com Deficiência. Anunciadas pelo presidente Lula prevêem um total R$ 2,4 bilhões a serem investidos até 2010 na ampliação de programas em áreas como educação, saúde, habitação e transporte acessível.
Para a educação, a meta é ter, nos municípios com mais de 60 mil habitantes, 6.273 escolas adaptadas e 6.500 salas de aula com recursos pedagógicos voltados para estudantes com deficiência. Um programa do Ministério da Educação prevê ainda o desenvolvimento de livros acessíveis que possibilitarão a leitura digital.
"Entendemos que a educação inclusiva é a única forma de ter pessoas com deficiência em pé de igualdade com as demais", disse Izabel Maior, coordenadora nacional para a integração da pessoa com deficiência da Secretaria Especial de Direitos Humanos.
A intenção do Plano também é estimular a inserção no mercado de trabalho com a capacitação de gestores da educação e de professores. O governo prevê ainda a ampliação da reserva de cargos nos concursos da administração pública direta e indireta dos três poderes. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que 24,6 milhões de brasileiros, ou 14,5% da população, possuem algum tipo de deficiência. Fonte: Rede Saci
SEJAM BEM VINDOS A NOSSA CASA!



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Fazendo uma doação:
Agencia 0161
Conta número 366–0
Operação 022

ADEFOLHA Número 06 Setembro 2007


EDITORIAL

Oferecemos gratuitamente aos portadores de deficiência, os seguintes encaminhamentos e atendimentos:
• Avaliação e Cadastro.
• Transporte coletivo para o associado e acompanhante se necessário.
• Transporte Interestadual para pessoa que
• Oftalmologia / Fisiatria / Ortopedia / Traumatologia / Fisioterapia / Psicologia.
• Atividade física / Cursos variados.
• Consulta Jurídica / Biblioteca Comunitária.
• Palestras e Entretenimento.
• Doação: Kit básico de alimento, Roupa Calçado (usados). Obedecendo a critério de demanda e avaliação.
• Capacitação e Inserção ao mercado de Trabalho.
• Encaminhamento para outras Instituições.

A Direção
Dúvida, reclamação, sugestão ou elogio:
Fone: (34) 3210-0354 - nos dias e horários de atendimento. E-mail: adefuberlandia@yahoo.com.br
Central de Atendimento: Rua: João Pereira da Silva 617 (antiga 9) Bairro: Santa Mônica - CEP: 38. 408. 198

Confira a PROGRAMAÇÃO ABAIXO:
E
CURSO BÁSICO DE VIOLÃO

Toda terça - feira das 16:00 às 17:00 ( horas )

PÚBLICO ALVO: Associado, Familiar e Comunidade.

INVESTIMENTO: O violão e interesse em aprender.

PROFESSOR: ADELINO
LOCAL: ADEF
CURSO BÁSICO DE CROCHÊ NO CORDÃO

Toda terça - feira das 14:00 às 16:00 ( horas )

PÚBLICO ALVO: Associado, Familiar e Comunidade.

INVESTIMENTO: interesse em aprender.

PROFESSORA: MARIA APARECIDA
LOCAL: ADEF

TEMOS VAGAS GRATUITAS PARA INFORMÁTICA E OUTROS CURSOS MINISTRADOS FORA DA ADEF.
SOMENTE PORTADORES DE DEFICIENCIA.
INFORMAÇÕES e INSCRIÇÕES:
TODA QUINTA – FEIRA DAS 13:30 ÀS 16:00
Local: ADEF

OFERECEMOS GRATUITAMENTE AO FAMILIAR DO ASSOCIADO E A COMUNIDADE CARENTE OS SEGUINTES ENCAMINHAMENTOS E ATENDIMENTOS:

• Oftalmologia / Cursos variados.
• Consulta Jurídica / Biblioteca Comunitária.
• Doação: Kit básico de alimento.
• Roupa Calçado (usados). Obedecendo a critério de demanda e avaliação.
• Inserção ao mercado de Trabalho.
• Encaminhamento para outras Instituições.

* Obedecendo à demanda, carência e urgência.

CANTINHO DO LEITOR

O trabalho criado e desenvolvido em bases sólidas é capaz de transpor barreiras e realizar sonhos...
Márcia Tânia Silveira.

“Minimizar os efeitos do tempo e melhorar a Auto-Estima já é uma realidade segura e acessível.”
Colaboradora: Adriana (associada)

ENVIE-NOS SEU POEMA, MATÉRIA, TEXTO OU SUGESTÃO PARA O CANTINHO DO LEITOR.


Quando você encontrar uma pessoa surda...
Fale de maneira clara, distintamente, mas não exagere. Use a sua velocidade, a não ser que lhe peçam para falar mais devagar. Use um tom normal de voz, a não ser que lhe peçam para falar mais alto.
Fale diretamente com a pessoa, não de lado ou atrás dela. Faça com que a sua boca esteja bem visível. Gesticular ou segurar algo em frente à boca torna impossível a leitura labial. Quando falar com uma pessoa surda, tente não ficar de frente para a luz (como por exemplo de uma janela); assim fica difícil ver o seu rosto, que vai ficar como uma silhueta na luz.
Se você souber alguma linguagem de sinais, tente usá-la. Se a pessoa surda tiver dificuldade em entender, avisará. De modo geral, suas tentativas serão apreciadas e estimuladas.
Fale com expressão. Como as pessoas surdas não podem ouvir mudanças de tom que indicam sarcasmo ou seriedade, muitas delas vão depender das suas expressões faciais, dos seus gestos e movimentos do corpo para entender o que você está dizendo. Se estiver tendo dificuldade em entender a fala de uma pessoa surda, não se acanhe em pedir que ela repita o que disse. Se ainda assim não conseguir, tente usar bilhetes. Lembre-se de que seu objetivo é a comunicação: o método não importa, pode ser qualquer um.
Quando duas pessoas estão conversando em linguagem de sinais, é muito grosseiro andar entre elas. Você estaria atrapalhando e impedindo completamente a conversa.


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