domingo, 24 de maio de 2009

Voluntária aos 90 anos!

Dona Alcidia, queremos agradecer a oportunidade de tê-la aos noventa anos como voluntária nas atividades da Adef, sempre atuante e comprometida com a causa de pessoas com deficiência...

Este exemplo de bondade, desprendimento e mansidão, nos permite acreditar que vale a pena servir ao próximo!

Parabéns pelos seus 90 anos desejamos todo sucesso, saúde e prosperidade sempre... Parabéns!







sábado, 18 de abril de 2009

Parceria com o escritório de advocacia Nadia Caldeira Good God Lage Alves

Dia 01 de Março de 2009, iniciamos cinco periodos intercalados de atendimento ao público atendendo a uma parceria com o escritório de advocacia Nadia Caldeira Good God Lage Alves,que nos trouxe a proposta de beneficiar os mutuários do conjunto São Gabriel com verba indenizatória para reforma de seus respectivos imóveis...

A Adef, promove esta ação na busca da real inclusão, momento este, quando pessoas com ou sem deficiência interagem, se sociabilizam, descobrindo direitos e deveres, fazendo valer sua cidadania.








REFORMA PARA MUDANÇA DA SEDE

É importante sabermos valorizar as pequenas conquistas, para que ao chegarmos na etapa final, quando a construção da sede própria for realidade... Sabermos então,dar o devido valor a vitória!

Fotos dos voluntários reformando o espaço cedido para a Adef continuar desenvolvendo seus projetos sociais!






















quinta-feira, 19 de março de 2009

Estudo liga deficiência de vitamina D a mal de Parkinson

Da BBC

Um estudo conduzido por pesquisadores americanos sugere que pessoas que sofrem do mal de Parkinson têm deficiência de vitamina D.



A equipe, da Universidade Emory, examinou os níveis de vitamina D em 100 pessoas com Parkinson, 100 com mal de Alzheimer e 100 idosos saudáveis.



Eles perceberam que 55% dos pacientes de Parkinson tinham níveis insuficientes de vitamina D, em comparação com 41% dos pacientes com Alzheimer e 36% dos idosos saudáveis.



Os especialistas, cujo estudo foi publicado na revista especializada "Archives of Neurology", não souberam explicar se a deficiência da vitamina é a causa da doença ou resultado dela.



A vitamina D pode ser encontrada em alguns alimentos, como salmão e atum, mas sua principal fonte de absorção é a luz do sol.



Entretanto, a habilidade de processar a vitamina diminui com a idade, fazendo com que os idosos fiquem mais vulneráveis à deficiência.



Teorias
Uma das teorias científicas defende que pessoas com Parkinson ficam particularmente vulneráveis à falta de vitamina D porque sua condição não lhes permite passar muito tempo do lado de fora.



No entanto, outros cientistas acreditam que baixas taxas de vitamina D estejam relacionadas à causa da doença.



Os cientistas dizem ter se surpreendido com os resultados da pesquisa, já que os voluntários eram residentes da região sudoeste dos Estados Unidos, onde a luz do Sol está presente em grande parte do ano.



A coordenadora da pesquisa, Marian Evatt, disse ser "intrigante descobrir que a insuficiência de vitamina D pode ter uma ligação única com o mal de Parkinson".



A doença de Parkinson afeta as células nervosas em várias partes do cérebro, principalmente as que usam o mensageiro químico dopamina para controlar os movimentos.



Os principais sintomas da doença são tremores, rigidez e lentidão dos movimentos, que normalmente podem ser tratados com ingestão de dopamina.

Fonte: G1.COM

Nova terapia traz esperança para pacientes de Parkinson

Da BBC
Cientistas americanos conseguiram usar células clonadas para tratar Mal de Parkinson em camundongos, segundo uma pesquisa do Memorial Sloan-Kettering Cancer Centre publicada na revista Nature Medicine.



O estudo apresentou as melhores evidências até agora de que a controversa técnica pode, um dia, vir a ajudar pacientes de Mal de Parkinson.



A equipe do Memorial Sloan-Kettering Cancer Centre afirma que esta é a primeira vez que o tratamento de animais com suas próprias células clonadas é bem sucedido.



Especialistas britânicos afirmam que a pesquisa é promissora e animadora.



Sem rejeição



No Mal de Parkinson, células nervosas da parte do cérebro que controla o movimento de músculos morrem ou ficam debilitadas.



Normalmente essas células produzem uma substância química vital conhecida como dopamina, que permite a função coordenada dos músculos e movimentos do corpo.



Na clonagem terapêutica, o núcleo de uma célula é inserida dentro de um óvulo que teve seu núcleo removido.



Esta célula então se desenvolve em um embrião, do qual podem ser colhidas células-tronco para serem usadas em tratamentos.



Neste estudo, as células-tronco se desenvolveram em neurônios produtores de dopamina para substituir as células perdidas com a doença.



Os camundongos que receberam os neurônios colhidos de seus clones apresentaram significativos sinais de melhoras, mas quando as células foram transplantadas em camundongos que não eram geneticamente compatíveis, elas não sobreviveram e os cobaias não se recuperaram.



Segundos pesquisadores, a terapia é promissora porque, como as células originalmente vieram dos próprios animais doentes, elas não foram rejeitadas pelo seu sistema imunológico.



Esperança



Os cientistas buscam uma terapia com células-tronco para o Mal de Parkinson porque ela permitiria a substituição das células nervosas produtoras de dopamina, mortas pela doença, por células novas e saudáveis.



Isso poderia restabelecer o suprimento de dopamina no cérebro, permitindo que ele voltasse a funcionar normalmente.



Mas até agora o desafio tem sido produzir células nervosas que sobrevivam depois do transplante.



Para o diretor de pesquisa e desenvolvimento da Parkinson's Disease Society, na Grã-Bretanha, Kieran Breen, "este é um desenvolvimento animador já que, pela primeira vez, nós podemos ver que pode ser possível criar células-tronco embriônicas do próprio paciente para tratar sua doença".



"Os pesquisadores nesta área agora precisam realizar mais estudos para satisfazer as preocupações com segurança e tornar o processo mais eficiente, antes que esses estudos sejam aplicados nos pacientes com Mal de Parkinson."



O especialista em pesquisas com células-tronco no National Institute of Medical Research de Londres Robin Lovell-Badge concorda que o estudo é significativo, mas ressalta que os camundongos foram estudados por apenas 11 semanas depois do procedimento, o que não seria tempo suficiente para saber se o tratamento funciona a longo prazo.



Em outro estudo, uma equipe da University College London descobriu mutações em um gene que podem causar o Mal de Parkinson em pessoas com histórico familiar da doença.



A descoberta pode dar aos cientistas uma pista sobre o que causa a doença, e poderia contribuir na busca de novos tratamentos.

Fonte: G1.COM

ADEF UBERLÂNDIA

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