segunda-feira, 21 de julho de 2008

A Sexualidade na Mulher com Deficiência

Acabamos de comemorar o Dia Internacional da Mulher, data que nos faz pensar sobre diversos temas, dentre os quais está o da sexualidade.

A sexualidade, que até hoje é algo complexo e às vezes problemático para a maioria das mulheres, é ainda mais para as mulheres com deficiência, de todas as idades. Então, vale a pena a gente conhecer mais sobre esta questão, sobre a qual pouco conversamos.
Para começar: de quantas mulheres estamos falando? Quantas brasileiras têm algum tipo de deficiência? Segundo o Censo Demográfico do IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - de 2000, existem 61,5 milhões de mulheres no Brasil, sendo que 11.300. 000 possuem algum tipo de deficiência. No total, há 25 milhões de brasileiros com deficiência, dos quais 46% são mulheres - índice que podemos considerar bastante significativo!
Como tudo começou
A história das mulheres, do ponto de vista dos direitos e da cidadania começa em 1910, a partir da II Conferência Internacional de Mulheres, quando se propôs que o dia oito de março fosse lembrado como o Dia Internacional da Mulher, em homenagem às 129 tecelãs de uma fábrica de Nova York que, ao reivindicarem a diminuição de sua jornada de trabalho, acabaram mortas. A data foi oficializada como símbolo da luta pela igualdade de diretos entre homens e mulheres.
Em 1967, foi proclamada a Declaração Universal dos Direitos da Mulher pela ONU (Organização das Nações Unidas) e 1975 foi declarado o Ano Internacional da Mulher. Pode-se dizer que uma das revoluções do século XX foi a da mulher, e a transformação do lugar social ocupado por ela.

Então, está tudo resolvido?

Embora as mulheres tenham conquistado espaços no trabalho, na família, na mídia, nas artes, ainda há questões a serem resolvidas: a diferença de salários entre homens e mulheres que desempenham a mesma função é uma delas. As questões que envolvem a sexualidade é outra.
Em geral, o tema da sexualidade aflora com mais vigor na adolescência, para moças e rapazes, tenham ou não deficiência. Esta é a fase da "turma", da preocupação com a aparência, com "o que os outros vão achar". A família deixa de ser "a" referência; liberdade, ousadia, quebra de regras estão na ordem do dia. Sem falar nos hormônios em ebulição!
Estas alterações ocorrem em todos os jovens, não importando se têm ou não uma deficiência. Para os que têm esta condição, sentimentos de insegurança, angústia, medo são ainda mais acentuados.
Se nessa idade uma espinha no rosto já é considerada um problema, como será considerada a evidência de uma deficiência?. Como manter a auto-estima em alta? Como usar as roupas da moda, em uma cadeira de rodas? Como a garota com deficiência visual aprende a usar maquiagem? E tattoo, pode??São inúmeras as indagações decorrentes desta situação e merecem nossa atenção.
O que fazer?

É necessário que os pais e a escola se preparem para acolher estas (e outras) questões que irão aparecer, nesta faixa etária. O papel da escola é contribuir com a com a informação e a quebra de preconceitos. Os professores devem estar sempre atentos, identificando oportunidades de abordar as questões trazidas pela adolescência, dentre as quais a da sexualidade que se apresenta, de forma velada ou imperativa, utilizando textos, filmes, literatura e outras alternativas didático-pedagógicas.
Já temos livros que falam sobre a sexualidade da pessoa com deficiência; dentre os quais destacamos o do psicólogo Fabiano Puhlmann, que é tetraplégico, especializado em sexologia e que aborda os tabus que envolvem a sexualidade das pessoas com deficiência, no livro "A revolução sexual sobre rodas - conquistando o afeto e a autonomia".
Outra alternativa que o professor pode adotar é trazer uma pessoa com deficiência para conversar com os alunos sobre isso. Esta é uma estratégia interessante, pois aproxima a questão, tratando-a no plano da experiência pessoal, não do discurso frio e distante.
Os pais também devem sentir-se tranqüilos para responderem às perguntas das filhas, trazendo informações, conversando e reconhecendo sua sexualidade e o direito a exercê-la.
É muito importante que os educadores e os pais tenham conhecimento destas questões, pois o que dizem e o que expressam de forma não verbal, através de olhares, silêncios, expressões faciais influenciam a forma como aquela adolescente lidará com a sexualidade. É uma fase muito difícil e importante, com descobertas de um corpo em transformação e com experiências no plano das relações amorosas.
Deficiência e estigma

O tema da Deficiência possui um estigma social que se reflete também no plano da sexualidade.
Acredita-se que a mulher com deficiência não tem sexualidade. Ela tende a ser vista de forma infantilizada, a ser protegida e cuidada - (esta postura é bastante comum, especialmente com adolescentes com deficiência mental). Outro equívoco é vê-las como assexuadas, que devem ser tratadas apenas como "amigas" por seus colegas de classe.
Esse estigma também traz outros equívocos: mulheres com deficiência física, em cadeira de rodas, não podem ter filhos ou exercer o ato sexual, ou que as mulheres cegas possuem um toque mais sensível, o que tornaria o ato sexual muito mais prazeroso.
Enfim, são muitos os equívocos que precisam ser desfeitos: a mulher com deficiência física ou motora pode ter filhos, pois não há relação nenhuma entre deficiência (seja ela qual for) e fertilidade, a não ser que a infertilidade seja ocasionada por fator externo à deficiência, assim como ocorre com mulheres sem deficiência.
A mulher com deficiência visual é, antes de mais nada, uma mulher, que tem possibilidade de exercer sua sexualidade, assim como pode escolher se quer ter filhos ou não.
É importante levar esta informação às pessoas, pois quem nunca teve a oportunidade de conviver com uma mulher com deficiência, provavelmente carrega estes falsos conceitos consigo. Também é fundamental que a própria adolescente com deficiência possa reconhecer e exercer sua sexualidade. É justamente em decorrência deste auto reconhecimento que o outro passará a enxergá-la com este atributo e como uma possibilidade amorosa.
Em nossa sociedade, valores como a beleza física e a perfeição são muito valorizados e maciçamente divulgados pela mídia, fazendo-nos erroneamente atribuir ou restringir a sexualidade ao aspecto físico. Assim, muitas adolescentes obesas, por exemplo, também acabam vítimas destes estigmas sociais, como os casos de bulimia e anorexia comprovam. Porém, Freud já dizia que a sexualidade é algo bem mais amplo que o seu plano físico; envolve questões afetivas, da história familiar de cada um, de ordem social e cultural.
Embora nem todas tenham lido Freud, muitas mulheres com deficiência namoram, casam, têm filhos, trabalham, enfim, exercem plenamente a sua condição feminina, pois entendem e vivem a sexualidade e a sensualidade sem preconceitos.
Vamos passar a palavra para Marcela Cálamo Vaz Silva, 37 anos, que é professora e, aos seis anos, tornou-se paraplégica devido a uma infecção na medula.
"Uma pergunta que sempre me faziam era se meu marido também era deficiente. Na primeira vez, achei a pergunta sem o menor sentido, não conseguia entender o porquê dela. Com o tempo e com a freqüência com que me perguntavam isso, comecei a perceber o que se passava na cabeça de algumas pessoas, e a entender melhor o motivo de tal pergunta. Essas pessoas achavam natural que um portador de deficiência procurasse se unir a outro cuja deficiência fosse igual ou parecida a sua, por acharem que assim seriam melhor compreendidos e, conseqüentemente, mais felizes.
Não tenho nada contra quem se une a alguém "igual" mas, o que não entendo, é o pensamento de que, com o "igual", a chance de ser feliz será maior. Crescemos convivendo com pessoas cujas crenças, pensamentos, cultura, limitações são diferentes das nossas. Conviver com diferenças sempre nos faz crescer, sejam elas quais forem, e a ação contrária gera discriminação, grupos fechados, guetos. Então, por que alguns portadores de deficiência acreditam que só serão aceitos e felizes unindo-se a outros portadores de deficiência?
Pensei muito sobre isso, tanto que demorei meses para escrever este texto. E, depois de muito pensar, cheguei à conclusão de que não sei a resposta e, se um dia souber, jamais a compreenderei, pois minhas experiências, minha vivência, não me capacitam para isso".

*Somos todos iguais, cada um com suas diferenças [artigo online] na Rede Saci
Mais um depoimento, da Joana Belarmino, que tem deficiência visual, é jornalista e professora do curso de Comunicação e Turismo da Universidade Federal da Paraíba, Doutora em Comunicação e Semiótica. "A sociedade evoluiu, material e culturalmente, ampliou os espaços de atuação dos seus grupos; entretanto, no cotidiano das suas práticas e costumes, aferra-se aos arquétipos primeiros da criação do sujeito humano, os quais deram fundamento ao estigma e ao preconceito, fazendo com que persistisse para nós, mulheres cegas, mulheres surdas, mulheres portadoras de limitações físicas, o traço da desvantagem, da desqualificação, da desconsideração, se quiserem, da consideração de nós mesmas a partir da supervalorização da nossa deficiência, como a falha mais visível que assim inviabiliza uma percepção de nós mesmas como sujeitos humanos globais". Mulheres que lutam[artigo online] na Rede Saci


Rede Saci

Casos de Cegueiras em Crianças poderia ser evitada

Uma criança torna-se cega e em aproximadamente 75% dos casos a cegueira poderia ter sido evitada

A cada minuto

Uma criança torna-se cega e em aproximadamente 75% dos casos a cegueira poderia ter sido evitada

A perda da visão pela catarata congênita, em países em desenvolvimento, representa um grande problema em termos de morbidade, perda econômica e peso social. Independente da causa, a cegueira infantil traz sérios agravos à criança e a sua família, pois influencia as perspectivas pessoais, educacionais, empregatícias e sociais. Nesse sentido, pesquisadores da Fundação Altino Ventura e da Universidade de Pernambuco avaliaram o perfil socioeconômico, gestacional e desenvolvimento neuropsicomotor de 40 pacientes com catarata infantil, atendidos na própria fundação entre outubro e novembro de 2003.

O controle da cegueira na infância tem sido uma prioridade para a Organização Mundial de Saúde. De acordo com artigo publicado na edição de janeiro/fevereiro de 2005 dos Arquivos Brasileiros de Oftalmologia, "estima-se que uma criança torna-se cega a cada minuto no mundo, e que esta freqüência seja ainda maior em países em desenvolvimento. Dentre as 1,5 milhões de crianças cegas no mundo, 75% apresentam causas preveníveis ou curáveis e uma delas é a catarata congênita".

No estudo, os pesquisadores verificaram que a maioria das genitoras era de baixa renda e escolaridade. Dez mães informaram a ocorrência de aborto espontâneo, e três referiram consangüinidade com seu cônjuge. Além disso, cinco genitoras referiram exposição a medicamentos durante a gravidez e treze relataram infecção durante a gestação.

A equipe constatou também que 92,5% das genitoras não foram vacinadas contra rubéola e 13 apresentaram a doença durante a gravidez: "a associação entre catarata congênita e o vírus da rubéola já é bem estabelecida. No presente estudo, a maioria das genitoras relatou não ter sido imunizada contra a rubéola, o que demonstra falhas na saúde pública do país, principalmente em se tratando de uma população de baixa renda e de baixo nível de instrução".

Outro dado importante foi o de que dos 14 pacientes que tinham idade maior ou igual a seis anos, 45,4% repetiram de ano na escola. Segundo os pesquisadores, "o baixo rendimento escolar desses pacientes ocorre provavelmente devido ao importante déficit visual que pode existir, dependendo principalmente da idade do diagnóstico e tratamento da catarata infantil e, às anormalidades sistêmicas associadas".

Dessa forma, eles ressaltam no artigo que uma abordagem multidisciplinar proporcionaria um maior suporte psicopedagógico a estes pacientes, promovendo a estimulação dos seus talentos e sua inserção na sociedade. Além disso, a equipe alerta para a necessidade de planejamento dos programas para diagnóstico precoce e efetiva reabilitação visual dessas crianças: "para isso é imprescindível o conhecimento das características intrínsecas dessa população".

Fonte : Agência Notisa

Agência Notisa Revista Sentidos - Nucleo de informação a pessoa portadora de deficiência

Turma da Mônica em Braille

Editora Globo, Mauricio de Sousa e Fundação Dorina Nowill se unem para lançamento da Turma da Mônica em Braile

Turma da Mônica em Braille

Editora Globo, Mauricio de Sousa e Fundação Dorina Nowill se unem para
lançamento.
Mauricio de Sousa e Dorina Nowill
Editora Globo, Mauricio de Sousa e Fundação Dorina Nowill se unem para
lançamento
Mais uma vez, a Editora Globo aposta na força dos personagens das
histórias em quadrinhos como instrumento de inclusão social. A novidade,
que será lançada durante a Bienal do Livro do Rio de Janeiro, é a
Coleção Conheça a Turma, que apresenta os personagens da Turma da Mônica
em braille. A intenção é permitir que crianças cegas e com baixa visão
também possam conhecer o maravilhoso universo criado por Mauricio de
Sousa.
Todo o trabalho foi realizado em parceria com a Fundação Dorina Nowill
para Cegos, uma referência na educação de deficientes visuais, que
atesta a originalidade e a qualidade da Coleção. Inclusive, a personagem
cega Dorinha, que estreou na Turma da Mônica em 2004, foi uma homenagem
de Mauricio de Sousa à fundadora da instituição, a professora Dorina
Nowill, que perdeu a visão quando jovem, estudou em São Paulo e se
especializou nos Estados Unidos para ajudar pessoas com o mesmo
problema.
"Esta parceria vem concretizar um trabalho cultural e pedagógico
realizado pela Fundação Dorina Nowill há mais de meio século, ampliando
os horizontes do sonho e da alegria das crianças deficientes visuais",
enfatizou Dorina Nowill.
Segundo dados do último censo do IBGE, de 2000, no Brasil 16,5 milhões
de pessoas possuem alguma deficiência visual; cerca de 2,4 milhões
apresentam dificuldade permanente de enxergar e aproximadamente 160 mil
são totalmente cegas.
Os dois primeiros livros - de uma série de 20 - são Oi, eu sou a Mônica
e Oi, eu sou o Cebolinha . Ambos foram escritos por Yara Maura numa
linguagem simples e divertida, com a preocupação de apresentar os
personagens. Para isso, haverá sempre uma página contando as coisas que
eles mais gostam de fazer, suas travessuras, brincadeiras e seus
melhores amigos, seguida de outra com desenhos em braille (com os
contornos tracejados ou pontilhados em alto relevo). Assim, as crianças
poderão identificar, pelo tato, quem é quem. Na capa das edições haverá
também um selo da Dorinha, criado por Mauricio de Sousa, para
identificar os livros em Braille. Os livros serão distribuídos pela
Editora Globo e estarão a venda nas livrarias.
Outro diferencial desta Coleção é a aposta no conceito do livro
inteligente. As páginas das edições apresentam letras grandes e cores
diferenciadas para atingir também crianças com baixa visão - que possuem
um resíduo visual e necessitam de recursos especiais para a leitura.
A adaptação, contudo, vai muito além da simples transcrição do conteúdo
em pontos. As histórias, originalmente publicadas em 2004, tiveram a
tipologia refeita e as imagens totalmente reestruturadas. Os locais em
que haviam tons sombreados, por exemplo, passaram a ter cores chapadas,
para facilitar a visualização de quem tem baixa visão.
E tudo foi feito com o auxílio de uma equipe de consultores (deficientes
visuais), para garantir que as ilustrações e o texto fossem adaptados de
maneira correta.
"Há tempos vinha pensando em incluir personagens com deficiência nas
minhas histórias. Seria uma forma de sugerir inclusão e, ao mesmo tempo,
mostrar diversidade. Eu já tinha o Humberto, que não fala. Mas era
pouco. Daí comecei a estudar junto a diversas instituições para cegos
como tratar o assunto de forma adequada, atualizada, sem perigo de
passar algum tipo de preconceito. E de minhas observações a partir de
estudos em Goiânia (na Biblioteca Braille José Alvares de Azevedo), em
algumas pequenas cidades do interior do país e, finalmente, da
proximidade com Dorina Dowill e seu instituto, nasceu a simpática e
sabida Dorinha. Hoje uma personagem vitoriosa junto à Turma da Mônica,
ao lado do cadeirante Luca, nascido com o mesmo propósito", informou
Mauricio de Sousa.
Segundo Lucia Machado, diretora da Unidade de Negócios Infantis, "os
personagens da Turma da Mônica são ferramentas ideais para ajudar na
maior integração das crianças com deficiências visuais à sociedade".
Em seus quadrinhos, Mauricio de Sousa mostra que crianças com
deficiências devem viver a infância em sua plenitude. E agora, elas
também vão poder se divertir com Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali e
companhia.
Ficha Técnica:

Tamanho: 21 x 27 cm
Estrutura: 4 capas + 20 páginas de miolo
Capa: cartão 250g
Miolo: offset 120 g
Target: 5 a 8 anos

Preço: R$ 15,00


Sobre a Fundação Dorina Nowill para Cegos

A Fundação Dorina Nowill foi Instituída em 1946 com o objetivo de
favorecer a inclusão social de crianças, jovens e adultos cegos ou com
baixa visão por meio de ações educativas e culturais. A iniciativa de
criar a Fundação foi da professora Dorina de Gouvêa Nowill.


A Fundação atua na produção de livros em braille e falados. Oferece
programas de atendimento especializado ao deficiente visual e sua
família, que inclui programas de avaliação, diagnóstico, intervenção
precoce, educação especial, reabilitação e colocação profissional do
deficiente visual. No último ano, a organização imprimiu mais de 13
milhões de páginas em braille, produziu mais de 7 mil exemplares de
livros e revistas faladas e realizou 21 mil atendimentos. Esses livros
são distribuídos gratuitamente para mais de 900 organizações em todo o
país.

Mauricio de Sousa e Dorina Nowill

Nucleo de Informação a pessoa com deficiência

Livros Relacionados à Deficiência Mental e Deficiência Física

Temas sobre Deficiência Mental e Deficiência Física

DEFICIÊNCIA MENTAL

AUTISMO INFANTIL
Autor: José Salomão Schwartzman e Francisco Baptista Assumpção Júnior
O autismo infantil é estudado e discutido em vasta gama de parâmetros e áreas de atuação profissional.
Editora: Memnon Edições Científicas

NEGOCIANDO O DIAGNÓSTICO CLÍNICO: PSICOSES DA INFÂNCIA
Autor: Marcos Tomanik Mercadante
Uma reflexão ímpar sobre os mecanismos envolvidos entre os profissionais de equipes multidisciplinares na busca do diagnóstico clínico de crianças com distúrbios psicóticos.
Editora: Memnon Edições Científicas

APRENDENDO SOBRE DEFICIÊNCIA MENTAL: UM PROGRAMA PARA CRIANÇAS Autor: Solange Leme Ferreira
Traz uma proposta propícia ao momento em que se organiza a inclusão de alunos especiais em escolas regulares.
Editora: Memnon Edições Científicas

Conheça os títulos da WVA Editora e Distribuidora

DEFICIÊNCIA FÍSICA

REFLEXÕES SOBRE A TERAPIA FONOAUDIOLÓGICA DA CRIANÇA PARALÍTICO-CEREBRAL
Autor: Eloísa Tavares de Lacerda
Editora: Memnon Edições Científicas

DO SER ALUNO AO SER PROFISSIONAL
Autor: Eloísa Tavares de Lacerda
Resultado de pesquisas, da trajetória percorrida por professores e alunos de um curso de fonoaudiologia durante a implantação de uma supervisão do trabalho clínico fonoaudiológico a crianças portadoras de paralisia cerebral.
Editora: Memnon Edições Científicas

PARALISIA CEREBRAL: ASPECTOS PRÁTICOS
Autor: Ângela Maria Costa de Souza, Ivan Ferranetto e colaboradores.
Os conteúdos abrangem desde aspectos lesionais do sistema nervoso central em desenvolvimento até as mais relevantes estratégias terapêuticas de eficácia comprovada, que são apresentadas de forma extremamente didática.
Editora: Memnon Edições Científicas




Revista Sentidos

Temas relacionados à Deficiência Auditiva

Livros sobre Deficiência Auditiva


MEUS PRIMEIROS SINAIS
Autor: Paulo Favalli
Ilustrações: Maria Eugênia
É o primeiro livro lançado no Brasil para alfabetizar crianças surdas e nasceu para integrar pessoas tão especiais ao convívio social, profissional e familiar.
Editora: Panda

LIBRAS E LÍNGUA PORTUGUESA - VOLUME I
AUTORA: DENISE COUTINHO
Aborda sobre a classificação, significação, formas variantes, criação e mecanismos de flexão dos sinais, além de apresentar sinais concretos e abstratos, simples e compostos, etc.
EDITORA: IDÉIA

LIBRAS E LÍNGUA PORTUGUESA - VOLUME II
AUTORA: DENISE COUTINHO
Apresenta os Cinco Componentes Idiomáticos da Libras, explicando cada um; as Classes de Sinais; os verbos - casos especiais; as formas variantes dos sinais, o uso do porquê; aspectos da Cultura Surda.
EDITORA: ARPOADOR

O SURDO EM SI MAIOR
AUTORAS: Cilmara Cristina Alves da Costa Levy e Patrícia Simonetti
EDITORA: ROCA

ATUALIDADE DA EDUCAÇÃO BILINGUE PARA SURDOS 1
ATUALIDADE DA EDUCAÇÃO BILINGUE PARA SURDOS 2
Editora: MEDIAÇÃO

ADOLESCENTES E PAIS DIÁLOGO DE SURDOS
Editora: DOM QUIXOTE

BEETHOVEN (PARA SURDOS)
Autor: JAVIER COVO TORRES

CARTA SOBRE OS SURDOS-MUDOS (PARA USO DOS QUE OUVEM E FALAM)
Autor: DENIS DIREROT


EDUCAÇÃO DE SURDOS - A AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM
Autor: RONICE MULLER DE QUADROS
Editora: ARTES MÉDICAS

OS TRÊS SURDOS E O DERVIXE MUDO
Autor: AMINA SHAH
Editora: KADIC EDITORIAL

POEMAS SURDOS
Autor: EDMUNDO DE BITTENCOURT
Editora: ASSIRIO ALVIM

SEGREDOS E SILÊNCIOS NA EDUCAÇÃO DOS SURDOS
Autor: PAULA BOTELHO
Editora: AUTÊNTICA

TOADA PARA SURDOS
Editora: RECORD

VENDO VOZES - UMA VIAGEM AO MUNDO DOS SURDOS
Autor: OLIVER SACKS
Editora: CIA DAS LETRAS

Revista Sentidos

Temas sobre Deficiência Visual

Caminhando Juntos - Manual das habilidades básicas de Orientação e Mobilidade
Autor: João Álvaro de Moraes Felippe
Editora: Laramara

Auxílios para Baixa Visão
Autores: Maria Aparecida Onuki Haddad
Editora: Laramara

Baixa visão na infância - manual básico para oftalmologistas
Autores: Maria Aparecida Onuki Haddad
Marcos Wilson Sampaio
Newton Kara Jose
Editora: Laramara

Baixa visão - conhecendo mais para ajudar melhor
Autores: Hsu Yun Min
Marcos Wilson Sampaio
Maria Aparecida Onuki Haddad

Informações e pedidos através do telefone (11) 3660-6461 / 6458
ou laramara@laramara.org.br

"PAPAI, MAMÃE - AJUDEM-ME POR FAVOR"
Guia prático para pais de crianças deficientes visuais
Autora: MARA O. DE CAMPOS SIAULYS

TOQUE O BEBÊ
Sugestões aos médicos e profissionais de saúde que atendem crianças portadoras de deficiência visual
Autora: MARA O. DE CAMPOS SIAULYS
Distribuição Gratuita

PAPAI E MAMÃE, VAMOS BRINCAR
Sugerindo brinquedos e ensinando a confeccioná-los e usá-los, este manual propõe uma divertida interação entre pais e filhos.
Autora: MARA O. DE CAMPOS SIAULYS

APRENDENDO COM PAPAI E MAMÃE
Em linguagem simples e esclarecedora, propõe-se a facilitar a tarefa da família na educação de seus filhos com baixa visão
Autora: MARA O. DE CAMPOS SIAULYS
Distribuição Gratuita

O DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DO PORTADOR DE DEFICIÊNCIA VISUAL
Da intervenção precoce a integração escolar
Autora: MARILDA MORAES GARCIA BRUNO

DEFICIÊNCIA VISUAL
Reflexão sobre a prática pedagógica
Autora: MARILDA MORAES GARCIA BRUNO

MANUAL PARA CRECHES
A integração da criança portadora de deficiência visual
Autoras: EDNA EIKO NAKAHARA, MARGARETH PIRES DA MOTTA, MARIA TERESA R. TRIÑANES e ROSANA S. A. S. FURTADO

A ESPERANÇA DO SUCESSO EM MATEMÁTICA ESTÁ NA SEMENTE
Autora: WILMA PIRES DE MIRANDA

ORIENTAÇÃO AOS PROFESSORES NA INTEGRAÇÃO ESCOLAR
DA CRIANÇA COM BAIXA VISÃO
Autora: Hsu Yun Min

ORIENTAÇÃO E MOBILIDADE
Autores: JOÃO ÁLVARO DE MORAES FELIPPE e VERA LUCIA RHEIN FELIPPE

Deficientes Visuais de todo o país podem encomendar a gravação de livros e apostilas ou fazer empréstimos do acervo de 2.000 livros falados da Audioteca Sal & Luz (RJ). O envio e a devolução das fitas são feitos gratuitamente pela ECT. Os pedidos podem ser feitos pelo tel. 0/xx/21/508.7352.


Revista Sentidos

Deficientes Físicos X Agências bancárias.

Aresolução 2878 de 26/07/2001

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Deficientes Físicos.x Agencias bancarias.
Entender...
A resolução 2878 de 26/07/2001 .
Dispõe sobre procedimentos a serem observadas pelas instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil na contratação de operações e na prestação de serviços aos clientes e ao público em geral.
RESOLVE:
Art.1-.Estabelecer que nas instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, na contratação de operações e na prestação de serviços aos clientes e ao publico em geral , sem prejuízo da observância das demais disposições legais e regulamentares vigentes ao Sistema Financeiro Nacional , devem adotar medidas que objetivem assegurar;
Art.9.- As instituições referidas no Art.1.- devem estabelecer em suas dependências alternativas técnicas , físicas ou especiais que garantam:
I.-atendimento prioritário para pessoas portadoras de deficientes física ou com mobilidade reduzida,temporária ou definitiva , idosos, com idade igual ou superior a sessenta e cinco anos(65), gestantes lactantes e pessoas acompanhadas por crianças de colo , mediante:
a) garantia de lugar privilegiado em filas:
b),c),d)
II.facilidade de acesso para pessoas portadoras de deficiências físicas ou com mobilidade reduzida,temporária ou definitiva, observando o sistema de segurança previsto na legislação e regulamentação em vigor:(destaque nosso).
III.Acessibilidade aos guichês de caixas e aos terminais de auto atendimento, bem como facilidade de circulação para as pessoas referidas no inciso anterior:
Parágrafo.1-.Para fins de cumprimento do dispostos nos incisos II e III, fica estabelecido prazo de 720 dias , contados da data da entrada em vigor da regulamentação da Lei.10098, de 19 de dezembro de 2000, as instituições referidas no Art.1.-. para adequação de suas instalações .
Parágrafo .2.- O inicio de funcionamento de dependências de instituições financeiras fica condicionado ao cumprimento das disposições referidas nos incisos II e III, após a regulamentação da Lei.n.10098 de 2000.
Os deficientes físicos devem ter o acesso as instituições financeiras, como agencias, caixas eletrônico,(postos de atendimento bancário).Como visto nos destaques acima, onde colocamos os artigos mais importantes da resolução;
Resolução para o entendimento da questão a que nos interessa diante de nosso segmento.
A Lei esta em vigor a partir do dia da publicação , mais a resolução para o sistema financeiro se deu a partir de 26/07/2001, mais o prazo para as agencias e caixas eletrônicos, termina no dia 09/12/2002.
Mais os estabelecimentos que vieram a funcionar a partir de 26/07/2001 , só poderia funcionar se cumprisse a determinação da Lei.10098 de 19/12/2000.
Diante desses esclarecimentos o caminho é tomar ciência para exigir o cumprimento, como:
Os empresários devem buscar os meios de comunicação (mídia) para dar algumas informações, sobre o sistema de segurança hoje,não podemos aceitar que o mesmo vigilante que faz a segurança da porta giratória venha a fazer a também a segurança do acesso ao deficientes, sem com isso comprometer a segurança para cumprir o plano de segurança exigido Departamento de Policia Federal, com base na Lei 7102/83.
Os sindicatos de trabalhadores devem além de colocar em seus boletins exigir do poder publico, o cumprimento , no caso dos deficientes físicos é o ministério publico do estado que encaminha as denuncias.(ver com o departamento jurídico de cada entidade).

Fonte: Nucleo de informação a pessoa portadora de deficiência

Libras e Educação do Surdo

Libras e Educação do Surdo (Karin Lilian Strobel - Dezembro/2000)


Quando um bebê nasce surdo, ele desenvolve inicialmente as mesmas fases de linguagem que o bebê ouvinte: grito de satisfação, choro de dor e fome, emite sons sem significados até mais ou menos 6 meses de idade e quando chega à fase de balbucio é que começa a ser diferenciado um do outro. Porque o bebê ouvinte, podendo ouvir os sons do ambiente ao redor de si tenta se comunicar emitindo sons, enquanto o bebê surdo, com a barreira causada pela surdez, não ouve sons do ambiente e por isto as primeiras "palavras" não surgem e consequentemente disso fica com a aquisição de linguagem atrasada e limitada por falta de continuidade e acesso aos conhecimentos e informações externas.

Sabendo que a criança surda é inteligente e que o desenvolvimento da linguagem não depende da audição, o que faltou foi a oportunidade de "comunicar-se" de forma adequada. É possível a aquisição de linguagem da criança surda seguir em trajetória a de criança ouvinte, contanto que a criança surda tenha acesso com a Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, o mais precoce possível; assim a criança surda poderia sentir como as outras crianças, fazer perguntas e obter respostas de pais, de professores e de outras pessoas, ou seja, a curiosidade da criança surda será satisfeita muitas vezes.

Pelas pesquisas já feitas nos Estados Unidos e na Europa, comprovaram que as crianças surdas de pais surdos se saem melhor na oralização e na escrita que as outras crianças surdas de pais ouvintes pois as mesmas não apresentam os problemas da defasagem de linguagem porque os pais surdos já estão se "comunicando" com os filhos esclarecendo todas as suas curiosidades naturais.

Isto não quer dizer que estamos negando à criança surda o direito de se integrar a sociedade ouvinte, pelo contrário, usando LIBRAS como primeira língua desde cedo ela assimila o conteúdo desenvolvendo-se cognitivamente e emocionalmente, o que facilitará a aprendizagem da segunda língua, o português - que poderá ser através da escrita e leitura ou da fala e leitura labial - e terá força e auto-confiança, a base mais sólida para se integrar à sociedade em condições de igualdade sem complexo de inferioridade.

Mas antes de tudo, devemos aceitar a LIBRAS como a primeira língua dos surdos. Se o francês é uma língua que é usados pelos franceses, o português é uma língua que é usada pelos brasileiros e portugueses. Então, porque não permitir os surdos usarem a própria língua, que é LIBRAS?

Fonte: Nucleo de apoio a pessoa com deficiência

Sistema 0800 para pacientes com Leucemia e Linfoma

Pacientes com linfoma e leucemia de todo o país acabam de ganhar suporte gratuito na luta contra a doença: o 0800 da ABRALE (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia)

0800 gratuito

Para pacientes com leucemia e linfoma

Pacientes com linfoma e leucemia de todo o país acabam de ganhar suporte gratuito na luta contra a doença: o 0800 da ABRALE (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia). Basta ligar para 0800 7739973 de qualquer lugar do País para entrar em contato com a instituição, solicitar manuais sobre as doenças, obter informações e esclarecer dúvidas, dentre outros serviços.
O objetivo do 0800 é criar linha direta gratuita entre pacientes e a instituição, para, principalmente dar acesso às informações a pacientes que moram em lugares onde o tratamento ainda é precário.
Por este telefone, o paciente pode solicitar:

a.. Apoio jurídico: mais de 500 ações judiciais por ano garantem aos pacientes acesso gratuito a medicamentos e a realização de exames que não estejam disponíveis em seu centro de tratamento.
b.. Apoio psicológico: consulta agendada com profissionais experientes, na sede da ABRALE, em São Paulo.
c.. Manuais: Disponibilização de 12 manuais informativos sobre leucemias e linfomas revisados por médicos do Comitê Científico Nacional. Por ano, são distribuídas 72 mil unidades.
d.. Inscrição em programas educacionais: a ABRALE organiza o Encontro de Pacientes (mensal), a Conferência Internacional de Linfoma e Leucemia (anual) e as Jornadas de Onco-Hematologia.
e.. Informações e esclarecimentos.
f.. Cadastro na ABRALE e todos os outros serviços de suporte ao paciente da associação.

ABRALE

A ABRALE (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia) é uma entidade sem fins lucrativos que tem como missão oferecer suporte ao paciente e disponibilizar o melhor tratamento no país.

Ricardo Viveiros - Oficina de Comunicação - Nucleo de informação da pessoa com deficiência

Palestra sobre reumatismo, artrite e artrose

no dia 12 de julho as 15:00 hs, as senhoras Renata e Raionalda, palestraram a respeito da importância dos cuidados preventivos e curativos da artrite artrose e reumatismo. Bem como suas causas, tratamentos e prevenções.
Aqui fica registrado alguns momentos destas importantes informações...