ADEFOLHA Número 02 Maio/2007


EDITORIAL

No próximo dia 17, iremos comemorar 4 anos de fundação! Esta é a prova de que todo trabalho sério e realizado com amor, faz a diferença e trás benefício como resultado para todos...
Parabéns à Direção, associados e voluntários!

No primeiro ano de fundação, iniciamos um atendimento acanhado com chave de bronze e fechamos o ano de 2006 com chave de ouro com 3.556 atendidos. Esta equipe trabalha mesmo!...

Fique de olho!
Estamos prestes a mudar o endereço da central de atendimento para melhor atender você. Atualize seus dados pessoais e assegure sua vaga nos próximos cursos. VOCE SÓ TEM A GANHAR!
Visando ampliar o aceso das Pessoas Portadoras de Deficiência Física (PPDF) ao mercado de trabalho, mediante a conscientização dos empresários e da capacitação e qualificação, com vista à inserção em todos os níveis de hierarquia nas empresas públicas e privadas. Continuamos desenvolvendo uma série de parcerias para atendermos a necessidade dos associados, familiares e pessoas carentes da comunidade, garantindo assim o desenvolvimento das nossas atividades e o cumprimento da nossa função social.

A Direção

Dúvida, reclamação, sugestão ou elogio:
Fone: (34) 32221234 - nos dias e horários de atendimento.
E-mail: adefuberlandia@yahoo.com.br
Central de Atendimento: Rua Monte Roraima, 403.
Bairro: São Jorge - CEP: 38.410.340

SAÚDE
Acidente Vascular Cerebral
O acidente vascular cerebral (AVC), conhecido popularmente como derrame cerebral, pode ser de dois tipos:
a) acidente vascular isquêmico – falta de circulação numa área do cérebro provocada por obstrução de uma ou mais artérias por ateromas, trombose ou embolia. Ocorre, em geral, em pessoas mais velhas, com diabetes, colesterol elevado, hipertensão arterial, problemas vasculares e fumantes.
b) acidente vascular hemorrágico – sangramento cerebral provocado pelo rompimento de uma artéria ou vaso sangüíneo, em virtude de hipertensão arterial, problemas na coagulação do sangue, traumatismos. Pode ocorrer em pessoas mais jovens e a evolução é mais grave.

Sintomas
a)acidente vascular isquêmico
•perda repentina da força muscular e/ou da visão
•dificuldade de comunicação oral
•tonturas
•formigamento num dos lados do corpo
•alterações da memória
Algumas vezes, esses sintomas podem ser transitórios – ataque isquêmico transitório (AIT). Nem por isso deixam de exigir cuidados médicos imediatos.
b)acidente vascular hemorrágico
•dor de cabeça
•edema cerebral
•aumento da pressão intracraniana
•náuseas e vômitos
•déficits neurológicos semelhantes aos provocados pelo acidente vascular isquêmico

Recomendações
•Controle a pressão arterial e o nível de açúcar no sangue. Hipertensos e diabéticos exigem tratamento e precisam de acompanhamento médico permanente. Pessoas com pressão e glicemia normais raramente têm derrames;
•Procure manter abaixo de 200 o índice do colesterol total. Às vezes, só se consegue esse equilíbrio com medicamentos. Não os tome nem deixe de tomá-los por conta própria. Ouça sempre a orientação de um médico;
•Adote uma dieta equilibrada, reduzindo a quantidade de açúcar, gordura, sal e bebidas alcoólicas;
•Não fume. Está provado que o cigarro é um fator de alto risco para acidentes vasculares;
•Estabeleça um programa regular de exercícios físicos. Faça caminhadas de 30 minutos diariamente;
•Informe seu médico se em sua família houver casos doenças cardíacas e neurológicas como o AVC;
•Procure distrair-se para reduzir o nível de estresse. Encontre os amigos, participe de atividades culturais, comunitárias, etc.

Fatores de risco
Os fatores de risco para AVC são os mesmos que provocam ataques cardíacos:
•hipertensão arterial
•colesterol elevado
•fumo
•diabetes
•histórico familiar
•ingestão de álcool
•vida sedentária
•excesso de peso
•estresse
Fonte: Dr: Drauzio Varella

CANTINHO DO LEITOR

A verdadeira inclusão começa na infância
Marcela Cálamo Vaz Silva (Tchela)
Certa vez, um conhecido disse que eu deveria escrever um texto, abaixo assinado ou algo assim, defendendo passagens aéreas gratuitas a todas as pessoas com deficiência. O tal protesto seria pela causa. Contestei, dizendo que não concordava com aquela idéia, pois a deficiência não pode ser pretexto para se adquirir vantagens.Numa outra vez, grávida, fui convidada a posar para um calendário sensual, para mostrar que cadeirantes grávidas podem ser sensuais, seria pela causa, claro. Não aceitei, afinal, que diferença faz se uma cadeirante é ou não sensual?Em época de eleições, todo canditado com deficiência vira meu amigo. Mensagens no orkut, na caixa de e-mail, até pelo correio, sabe Deus como me acham. Pedem meu voto, afinal, temos de nos unir pela causa!Há pouco tempo recebi um pedido de adesão numa reivindicação para que a isenção de ICMS na compra de carro O Km não fosse limitada a veículos até 60 mil reais e o período para aquisição do veículo com tal isenção diminuísse para 2 anos, a exemplo da isenção de IPI. A adesão seria pela causa, afinal, segundo o texto, ter um veículo próprio é algo essencial para aqueles que possuem deficiência. Não aderi à reivindicação. Embora não reprove quem a tenha aderido, não acho que comprar um carro acima de 60 mil reais e trocá-lo a cada dois anos por um novo seja essencial à vida de uma pessoa com deficiência.Pensando no que é essencial, lembrei-me de minha amiga Bete, cadeirante com nanismo, que mora no terceiro andar de um prédio sem elevador. Bete toca com dificuldade sua cadeira e sonha com uma cadeira motorizada para não depender mais de ninguém para ir ao salão onde trabalha como manicure. Daí meu pensamento foi para as muitas pessoas que sequer uma cadeira de rodas têm. Pensei também nas crianças cadeirantes sem transporte escolar e naquelas que não conseguem estudar porque as escolas não estão "preparadas" para recebê-las. Em geral, os adultos com deficiência lutam por acessibilidade, emprego, transporte, enfim, muitas são as "causas", todas voltadas à sua inclusão. E pelas crianças com deficiência, pela inclusão delas, quem luta? Muitos pais e educadores, com certeza. E se mais gente se preocupasse com isso? E se os adultos com deficiência também lutassem pelas crianças com deficiência, por seu direito de freqüentar escolas regulares? Somente através da convivência é que podemos aprender a respeitar as diferenças de cada pessoa e quanto mais cedo essa convivência começar, melhor. Freqüentar a escola regular fez de mim uma cidadã. Na época, ninguém falava em inclusão. Na verdade, não me sentia incluída, pois jamais fui excluída. Sempre fui parte da sociedade, nunca estive à parte. Os que conviveram comigo nesse percurso, não formaram pré-conceitos a meu respeito, pois conviviam com a realidade. Quando mais pessoas com deficiência entenderem que a verdadeira inclusão começa na infância e aderirem também esta causa, talvez, ao crescerem, estas crianças não precisem de cotas, de estatutos especiais e de nada mais que a "protejam", pois serão cidadãs, com os mesmos direitos e deveres que toda e qualquer pessoa.
Fonte: Rede Saci
FIQUE ATENTO
Documentos necessários para cadastramento:
01 - Pasta Suspensa
02 – cópias do RG e CPF ou Certidão de
Nascimento.
02 - Fotos 3x4 recentes
02- Comprovante de endereço
02 – cópias do Atestado ou Laudo Médico com o ( CID ) Código Internacional de doença.

ENVIE-NOS SEU POEMA, MATÉRIA, TEXTO OU SUGESTÃO PARA

NOSSO CANTINHO DO LEITOR.

Um comentário:

Anônimo disse...

gostei muito do blog pois eu estou fazendo um trabalho de escola e vou entrar em contato com você para pegar depoimentos de pessoas deficientes fisicos no caso cadeirantes....
mutio obrigado vocês me ajudaram muito...
bjs!