ADEFOLHA Número 04 Julho 2007


EDITORIAL

Oferecemos gratuitamente aos associados, familiares e a comunidade carente os seguintes encaminhamentos e atendimentos:
• Avaliação e Cadastro.
• Transporte coletivo para o associado e acompanhante se necessário.
• Transporte Interestadual para pessoa que porta deficiência.
• Oftalmologia / Fisiatria / Ortopedia / Traumatologia / Fisioterapia / Psicologia.
• Atividade física / Cursos variados.
• Consulta Jurídica / Biblioteca Comunitária.
• Palestras e Entretenimento.
• Doação: Cesta básica, Roupa Calçado, etc. Obedecendo a critério de demanda e avaliação / Capacitação e Inserção no mercado de Trabalho.
• Encaminhamento para outras Instituições.

A Direção
Dúvida, reclamação, sugestão ou elogio:
Fone: (34) 3210-0354 - nos dias e horários de atendimento. E-mail: adefuberlandia@yahoo.com.br
Central de Atendimento: Rua: João Pereira da Silva 617 (antiga 9) Bairro: Santa Mônica - CEP: 38. 408. 198

SAÚDE
As tensões diárias no trabalho podem levar ao desgaste emocional: o estresse
Em conseqüência das mudanças no ambiente de trabalho devido o avanço das tecnologias, os profissionais vivem sob contínua tensão, no Ambiente de trabalho, como também na sua vida em geral. As pessoas estão submetidas a um tipo de desgaste permanentemente nos ambientes e as relações com o trabalho são fatores determinantes de doenças. Agentes estressores psicossociais são tão forte quanto os microorganismos e a Ensalubridade no desencadeamento de doenças. Estressores classificados em longo prazo são: as situações de competição, ambientes de perigo e o trabalho monótono. Decorrente do desgaste emocional a que as pessoas são submetidas nas relações com o trabalho é fator muito significativo na determinação de transtornos relacionados ao estresse, como é o caso das depressões, ansiedade patológica, pânico, fobias, doenças psicossomáticas, etc. A pessoa com esse tipo de estresse ocupacional não responde à demanda do trabalho e geralmente se encontra irritável e deprimida. Geralmente as condições pioram quando não há clareza nas regras, normas e nas tarefas que deve desempenhar cada um dos trabalhadores, assim como os ambientes insalubres, a falta de ferramentas adequadas.
Levamos uma vida muito agitada, com diversos problemas e muitas vezes guardamos tudo só para nós e injetamos coisas ruins no nosso organismo, de tal forma que as doenças começam a surgir e os problemas tende a aumentar cada vez mais. Atualmente muitos já ouviram falar da Síndrome de Burnout que é definida por alguns autores como uma das conseqüências mais marcantes do estresse profissional, e se caracteriza por exaustão Emocional, avaliação negativa de si mesmo, depressão e insensibilidade com relação a quase tudo e todos. Segue abaixo o quadro clínico evolutivo da doença:
1º nível - Falta de vontade, ânimo ou prazer de ir trabalhar. Dores nas costas, pescoço e coluna.
2º nível - Começa a deteriorar o relacionamento com os outros. Pode haver uma sensação de perseguição ("todos estão contra mim"), aumenta o absenteísmo e a rotatividade de empregos.
3º nível - Diminuição notável da capacidade ocupacional. Podem começar a aparecer doenças psicossomáticas, tais como alergias, psoríase, picos de hipertensão, etc. Nesta etapa se começa a auto-medicação que no princípio tem efeito de placebo, mas, logo em seguida requer doses maiores. Neste nível tem se verificado também um aumento de ingestão alcoólica.
4º nível - Esta etapa se caracteriza por alcoolismo, droga dicção, idéias ou tentativas de suicídio, podem surgir doenças mais graves, tais como câncer, acidentes cardiovasculares, etc. Durante esta etapa, ou antes, dela, nos períodos prévios, o ideal e afastar-se do trabalho e ser acompanhado por um profissional (psicólogo).
CANTINHO DO LEITOR

O trabalho criado e desenvolvido em bases sólidas é capaz de transpor barreiras e realizar sonhos...
Márcia Tânia Silveira

Quando Você Encontrar Uma Pessoa Deficiente...


Quando você encontrar um deficiente visual...
Se parecer que o deficiente visual está precisando de ajuda, identifique-se e faça-o perceber que você está falando com ele.
Para guiar um deficiente visual, espere que ele segure no seu braço; o deficiente visual irá acompanhar o movimento do seu corpo enquanto você vai andando. Para fazer o deficiente visual sentar, guie-o até a cadeira e coloque a mão dele no braço ou no encosto da cadeira, e deixe que a pessoa sente-se sozinha.
Fique a vontade para usar palavras como "veja" e "olhe". Nem você nem o deficiente visual podem evitá-las, já que não existem outras para substituí-las.
Por mais tentador que seja acariciar um cão-guia, lembre-se de que esses cães têm a responsabilidade de guiar um dono que não enxerga. O cão nunca deve ser distraído do seu dever de guia.
Quando for embora, avise sempre o deficiente visual.
ENVIE-NOS SEU POEMA, MATÉRIA, TEXTO OU SUGESTÃO PARA

O NOSSO CANTINHO DO LEITOR.

FIQUE ATENTO
Conheça o seu cliente
Uma dona de casa, num vilarejo, ao atender as palmas em sua porta. . .
- "Oi de casa, to entrando!"
Ela se depara com um homem jogando esterco de cavalo em seu tapete da sala.
A Mulher apavorada pergunta:
- "O senhor está maluco? O que pensa que está fazendo em meu tapete?" O vendedor, sem deixar a mulher falar, responde: - "Boa tarde! Eu estou oferecendo ao vivo, o meu produto, e eu provo pra senhora que os nossos aspiradores são os melhores e mais eficientes do mercado, tanto que vou fazer um desafio: se eu não limpar este esterco em seu tapete em 10 minutos, eu prometo que irei comê-lo!" A mulher se retirou para a cozinha sem falar nada. O vendedor curioso, perguntou: - "A senhora vai aonde? Não vai ver a eficiência do meu produto?" A mulher responde: - “Vou pegar uma colher, sal e pimenta e um guardanapo de papel”. Também uma cachaça para lhe abrir o apetite, pois aqui em casa não tem energia elétrica!
Moral da história: Conheça o seu cliente antes de oferecer qualquer coisa
SEJAM BEM VINDOS A NOSSA CASA!

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